Mostrando postagens com marcador Mulheres sacanas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mulheres sacanas. Mostrar todas as postagens

domingo, 17 de janeiro de 2010

MULHERES SACANAS - A crente do rabo quente (FINAL)


(Para quem não leu as partes anteriores, clica aí: Parte 1 - Parte 2 - Parte 3)


Tudo estava indo muito bem na cama com a Dani, até que os chiliques da demente recomeçaram:

- [Dani] Pára tudo! PÁRA, PÁRA!
- O que foi??
- Eu não estou me sentindo bem!
- Como assim?
- PÁRA! PÁRA!
- Ah, relaxa, deixa eu lamber mais um pouquinho que você vai...
- [Cara de choro] Páraaaaa!!!

Eu paro de chupar a buceta de macaca da crente e deixo ela vestir sua calcinha. Ela se encolhe no canto da cama e começa a chorar.

- [Dani, chorosa] Desculpa...é que me lembrei de uma coisa que aconteceu comigo quanto eu tinha 12 anos...snif...
- [Puto da vida] O que foi que rolou?
- Quase me estupraram nessa época...foi horrível! Snif...
- E você tinha que lembrar dessa merda LOGO AGORA?
- Desculpa. Rolou...snif, snif...

Eu estava muito puto com aquela frescurada, mas AINDA estava de pau duro e melado. Era óbvio que eu não queria ir embora do motel sem comer aquela crente por todos os orifícios possíveis. Tentei, então, de tudo para acalmar aquela garota: conversei, beijei, abracei, dei cafungada no pescoço e dedadas no cu dela, mas...NADA funcionou! A menina continuava encolhida no canto da cama, chorando e me olhando com cara de coitadinha. Fui obrigado a apelar.

- Dani, na boa, falta 1 hora pra gente sair do motel. Eu tentei de tudo pra te deixar tranquila e com tesão, mas não rolou. Desisto!
- [Choramingando] Quer ir embora..?
- Claro que não, porra! Me empresta sua calcinha aí.
- Pra quê?
- Me empresta que você vai ver.

Dani tira sua calcinha e encolhe as pernas de uma maneira que escondia sua buceta (como se eu fizesse muita questão de ver aquela coisa...). Pego a calcinha dela e enfio no nariz. Me deito e ligo a TV no canal pornô.

- [Eu] Agora fica quietinha que eu acabo rápido. Só fica calada, tá?
- [Me olhando com cara de bunda] ...

Começo a bater uma punheta cheirando aquela calcinha velha com fundo melecado. Não demoro para gozar. "Bom, bora nessa", falo para Dani. Pago a conta do motel e deixo Dani em casa.

Agora uma pausa no texto para reflexão: você conhece alguém que já levou alguma garota para um motel e não comeu? Eu seria um cara iluminado? Deus me ama? Responda mentalmente, por favor...

Mas prosseguindo: depois dessa xaropada, estava claro para mim que era "game over". Eu teria que me esforçar muito para comer Dani e, sinceramente, ela não merecia metade desse esforço. Eu só tinha que virar homem e dar um chute na menina para acabar com essa palhaçada de uma vez por todas. Mas eu teria que dar o fim com estilo e de um modo bem sacana.

Bolei um fim "elegante" em minha cabeça e esperei Dani ligar. O papo foi o mais previsível que eu poderia imaginar.

- Reinaldo, tudo bem?
- Ô!
- Olha, queria ir na sua casa para gravar mais uns CDs. Mas é só na amizade, nada de putaria, tá? Acho que já deu o que tinha que dar, né?
- Ah, claro...
- De manhã eu pinto aí, tá?
- Fique à vontade.

Na manhã do dia seguinte Dani aparece na minha casa. Ela usava uma camiseta justinha com um decote imenso.

- [Eu] Então você só quer gravar uns CDs, né?
- Isso.
- Sem putaria, né? Só na amizade?
- É. Mas por que você está me perguntando isso? Eu deixei bem claro no telefone!
- Era só pra confirmar mesmo. Queria ter certeza do que você falou.

Depois de uns 30 minutos ouvindo música e papos afins, Dani começou a me provocar...e a coisa descambou para mais um sessão de putaria na sala da minha casa, com muitas dedadas no cu e uma gozada na boca. Depois de limpar meu pau com papel toalha, encarei Dani enquanto observava meu dedo médio sujo de bosta.

- [Eu] Viu?
- O quê?
- Você disse que vinha aqui só para gravar uns CDs. Viu no que deu?
- Mas...mas...a culpa foi sua!
- Quem me provocou foi você. Nem tente me convencer do contrário. Eu sabia que as coisas iam rolar desse jeito.
- [Cara de bunda] M-mas...mas eu n-não queria...
- Mas fez. Você fala que não quer putaria, mas acaba fazendo. E nisso foram quase 2 meses nessa putaria e aguentando teus chororôs! Nem vou falar do que aconteceu no motel que estou com preguiça.
- [Nervosinha] Mas no motel eu me lembrei de uma coisa ruim! Isso acontece com qualquer uma!
- É, acontece todo dia. E justo comigo! Mas enfim: bora gravar logo esses CDs. De hoje em diante acabou a putaria de vez, entendeu? Agora sim a gente vai se ver na amizade, mas vamos ficar um tempo sem se ver. E vai ser SÓ amizade.
- [Atônita] ...
- E bora acelerar a gravação dessas merdas.

Gravei o que ela queria e mando ela embora.

Após duas semanas sem a gente se falar, Dani me liga. Era uma noite de sábado. A mulher chorava copiosamente.

- Reinaldo? Buáááááááá!!!
- O que foi agora?
- Eu...eu...eu...
- Desembucha!
- Eu estou grávida! Buáááá!
- De quem?
- É óbvio que é de você! Só saí contigo, seu grosso! Buáááá!!!
- Grávida? De mim? Olha, eu não gozo pelo dedo e nem pela língua. E mesmo que eu gozasse, eu acho que gozar dentro do cu não engravida.
- Seu grosso! Seu nojento! Estou falando sério! Buááá!!!
- Eu também. Sua menstruação atrasou, tá? É normal. Agora vou dormir. Beijo.

Desligo o telefone. Na semana seguinte ela me liga e confirma que a menstruação tinha realmente atrasado. Enfim, o óbvio.

Mas resumindo essa novela: apesar dos pesares, mantive uma amizade com Dani após todas esses acontecimentos. Parece incrível, mas aconteceu. E logo após eu terminar minhas putarias com Dani, a garota resolveu aprontar. Como ela tinha sido expulsa de sua igreja (por culpa minha, vale lembrar) a mulher resolveu aproveitar o tempo perdido e saiu dando pra Brasília inteira! Para início de conversa, ela perdeu a virgindade no banco traseiro do Chevette de um mané que ela acabou de conhecer numa festa! E eu que fiquei mais de dois meses tentando comer ela...

Depois do cara do Chevette, foram kilômetros e kilômetros de pica que a menina encarou. Nessa jornada louca de putaria ela acabou encontrando vários dementes. Rolou desde um policial que gostava de levar fio-terra e gritar "ADORO ESSAS CRUELDADES!" até um cara afeminado que tinha vitiligo no pau. Essa história do vitiligo ela escreveu para o Buldozer sob o pseudônimo de "Xana com Dentes" (esse apelido fofo foi sugestão minha!). Esse texto merece ser lido:

As aventuras sexuais de Xana com Dentes

Achei bom ela ter encontrado esses dementes. Ela também tinha que sofrer um pouco!

Mas enfim, é isso. Em outra oportunidade eu volto a falar dela e conto das amigas gatinhas que ela tem (e nunca fez questão de me apresentar) e da vez que ela tentou ficar com todos meus amigos (sem sucesso).


FIM

P.S: Ela se curou do mau hálito depois de uns anos...

domingo, 27 de dezembro de 2009

MULHERES SACANAS - A crente do rabo quente (parte 3)


Recapitulando: eu estava me pegando com uma evangélica baranga, que tinha mau hálito, que não se depilava, que chorava depois dos amassos e ainda era virgem aos 23 anos de idade. É, Deus me ama.

Depois da chupada de buceta mal sucedida em minha casa e de aguentar vários chororôs e mimimis, decidi que aquela xaropada teria que terminar. Não precisei ligar para Daniele para marcar o fim de nosso "relacionamento", pois ela foi mais rápida no gatilho e marcou de conversar comigo na biblioteca da UnB. Ela avisou que queria conversar um assunto muito sério.

Perto das 10 da manhã eu encontro Daniele em uma mesa da biblioteca da UnB. Ela bebia café em um copo descartável e a mistura do bafo dela com o cheiro do café gerou um aroma de Creolina que fritava os pêlos do meu nariz. Comecei a respirar pela boca para não sentir aquele cheiro de IML. Daniele me olhava com uma cara nada alegre.

- E aí, Dani? Qual é o papo sério?
- Eu...eu vou ser expulsa da minha igreja.
- Mas por quê?
- [Fazendo cara de coitadinha] É que...é que...a culpa é SUA! Por sua causa eu vou ser expulsa!
- Minha culpa? E o que foi que eu fiz?
- Nossos amassos. Só isso! Eu me senti culpada com essa putaria toda e tive que confessar tudo para o meu pastor.
- Como assim "confessar tudo"?
- Tudo. Tudo o que a gente fez.
- Todas as putarias?
- Sim!
- Em detalhes?
- É!
- Hahahahahahahahaha! Teu pastor deve ter batido muita punheta ouvindo essa conversa! Hahahaha! Tô imaginando o bicho de pau duro com a Bíblia na mão ouvindo você confessar. Hahahahaha!
- [Nervosa] Seu grosso! Seu NOJENTO! Estou falando contigo uma conversa séria e você vem com piada. Vou te falar, hein? Cara grosso!
- Ah, cadê seu senso de humor, fofinha? Na desgraça a gente tem que rir mesmo.
- [Quase chorando] Mas agora eu estou sem religião! Estou sem um templo para orar! É TUDO CULPA SUA! E na minha religião a gente...

Nisso a garota ficou quase 20 minutos conversando sobre religião e dizendo que eu era um cara ateu e grosseiro. Tentei achar uma brecha na conversa para poder dar um chute na menina, mas não rolou. Resolvi então desviar o rumo da conversa falando de uma coisa realmente boa: putaria.

- Dani, sem querer te cortar, mas me tira uma dúvida aqui.
- [Irritada] Hum, fala.
- Quando a gente se pegou naquele dia no carro, você ficou de quatro no banco do carona e me pediu para eu apertar sua bunda com força.
- Tá, e daí?
- Bom, você tem tesão por trás?
- Como assim?
- Você tem tesão pelo CU?
- [Sem graça e abaixando a cabeça] Hmmmmm...mais ou menos.
- Seja mais clara, por favor.
- [Sem graça ao extremo] É, eu tenho tesão por trás. Adoro que apertem minha bunda e brinquem com ela.
- Que brinquem com sua bunda?
- É, você entendeu! Mas você já está mudando de assunto.
- Já fizeram de tudo com sua bundinha?
- Quase tudo.

ÔPA! A menina tinha tesão pelo cu! UIA!

Minha manjuba ficou elétrica na hora. Após essa fantástica declaração, decidi adiar o término do meu "relacionamento" com Daniele e investir no cu da moça. Comer o cu dela poderia ser a recompensa por aguentar todas as chatices e aquele bafo de cabrito!

De imediato eu tentei dar uma cafungada no cangote da menina no meio daquela conversa chata, mas ela me barrou. Chamei ela para fora da biblioteca para tentar algo mais sórdido...mas ela não quis. Como ela não arredava o pé para fora da biblioteca, deixei ela falar da igreja por mais um tempo e falei que sentia muito por ela ter sido expulsa da igreja (claro que eu estava pouco me fudendo, mas enfim). Logo depois eu me despedi e fui embora.

Após essa conversa de índio, deixei Daniele de molho por um tempinho. Após 1 semana sem falar com ela, ligo para a Dani e a convido para um barzinho. "Eu tenho um papo muito sério para falar com você também. Aguarde!", eu disse. Na verdade eu só queria mesmo comer o cu dela! Cá pra nós: eu merecia alguma recompensa por aguentar tudo aquilo. Não era possível uma pessoa sofrer tanto a troco de nada.

Pois bem: peguei Daniele em casa e fomos para um barzinho na Asa Norte. A garota estava super séria e não parava de repetir que a putaria tinha acabado, que agora era só amizade e blá, blá, blá. Mas depois de beber 3 doses de Seleta (ela AMA essa cachaça!), Daniele já estava mais...maleável. Com cana na cabeça a mulher já me olhava com cara de piriguete e percebi na hora que a noite iria render. Chamei ela para o meu carro e sugeri que a gente deveria "passear" em outro canto. Ela topa com cara de tarada. Sigo então para a Esplanada. Depois de uns amassos e mãos bobas, deixo a menina só de calcinha e começo a brincar com seu cu com meus dedinhos. Eram várias dedadas no cu de Dani com a mulher gemendo horrores. Após essas brincadeiras anais, tudo terminou com um boquete, com direito a gozada na cara. Um verdadeiro "ass to mouth", só que sem penetração. Lindo.

Após esse dia foram mais 3 semanas de putaria intensa na Esplanada. Dani tinha sido expulsa de sua igreja e já topava essas sacanagens sem reclamar e sem ficar com cara de choro. Como ela morria de dor ao ser tocada na buceta (lembrem-se: ela era virgem) nossas brincadeiras se resumiam a muitas dedadas no cu e boquetes com gozada na cara. Tudo muito legal, tudo muito fofo. Mas, apesar de tudo, faltava algo fundamental: pau dentro, vuk-vuk, PENETRAÇÃO! Essas putarias na Esplanada eram bem divertidas, mas ficar sem enfiar o meu pau dentro da moça era algo bem frustrante. O problema é que a menina morria de dor em qualquer tentativa de penetração na buceta e no cu a garota simplesmente não aguentava meu "calibre". Junte a tudo isso a dificuldade de se fazer essas putarias no banco traseiro de um Kadett. É...eu realmente precisava de um local melhor para tentar comê-la.

Não demorei para pensar no local mais óbvio do universo: motel. Falei para Dani que a gente poderia se pegar em outro canto, que pegação em carro já tinha cansado e que um motel seria um local mais tranquilo para nós dois. Ela de imediato perguntou se eu prentendia comê-la (ela tinha pavor dessa idéia, pois estava com medo de sentir muita dor!) e eu já adiantei que nós iríamos fazer as mesmas putarias que já estávamos fazendo na Esplanada, só que no motel a coisa seria mais "bacana". Era óbvio que eu prentedia comê-la, mas preferi não entregar o jogo...

Agora pensem comigo: após 1 mês de putaria no carro, com dedadas no cu e vários boquetes, era certeza ABSOLUTA que essa menina daria para mim no motel, certo? Só era preciso um pouco de chamego e ar quente no cangote para a menina liberar aquela buteca de macaca, certo? CERTO??

Errado (de novo). Tinha que dar alguma merda.

Levei Dani para o motel em uma noite de sábado. Eu já estava com aquele clima de "já ganhou", mas tentava disfarçar. Comecei com um um beijinho aqui, uma mão acolá, um dedinho aqui...e deixei Dani só de calcinha. Mas eu queria mais.

- [Eu] Dani, queria te deixar toda peladinha...
- Não! Eu...eu não me depilei! Não tira a minha calcinha!
- Ah, mas não tem problema. Eu já vi ela uma vez. Nem é tão peluda assim [NOTA: era óbvio que eu estava mentindo!].
- [Fazendo cara de indecisa] Hmmmmm...

Fiz mais um chamego e tirei a calcinha de Dani bem devagar. Quando vi Dani totalmente nua, tive uma visão completa e clara daquele inferno peludo que ela apelidava de "vagina". Caros leitores, o negócio era horrível. Eu não tenha palavras para descrever aquilo. Além de muito peluda (ela devia estar mais de 1 ano sem se depilar, sem brincadeira), os pêlos eram grossos e encaracolados, que nem pêlo de peito de caminhoneiro. Para piorar, os pêlos se alastravam pelo interior da coxa e emendavam com os pêlos do cu. Tentei ignorar que aquilo era tão grotesco assim e puxei um tesão que estava escondido no interior do meu ser. Em seguida, botei a mulher de quatro e comecei a lambê-la. O probleminha com essa posição eram os pêlos do cu, que de tão volumosos formavam uma espécie de rabo de macaco que teimava em cutucar o meu olho. Mesmo assim eu não brochei e continuei lambendo aquela peruca vaginal, quando a merda começou:

- [Dani] Pára tudo! PÁRA, PÁRA!
- O que foi??
- Eu não estou me sentindo bem!
- Como assim?
- PÁRA! PÁRA!
- Ah, relaxa, deixa eu lamber mais um pouquinho que você vai...
- [Cara de choro] Páraaaaa!!!


Aguardem a parte final!

sábado, 5 de dezembro de 2009

MULHERES SACANAS - A crente do rabo quente (parte 2)



Dia seguinte.

Depois de ficar com Daniele na Boate Garagem, me bateu aquele arrependimento mortal. "Porra, além de feia, ter bafo e só falar de igreja, a mulher goza e CHORA depois de uma chupadinha no mamilo. Pela madrugada!", pensei.

Não demora muito para o telefone tocar. Era Daniele com voz de coitadinha:

- [Eu] Alô?
- Oi, Reinaldo. Aqui é a Daniele. Olha, queria te pedir desculpa pelo chororô de ontem...aquilo não foi culpa sua. Me descontrolei, tá?
- [Irônico ao extremo] Jura?
- É. Olha, quando eu bebo rolam essas coisas. Me desculpa, tá?
- É o jeito. Mas você tem certeza de que você melhorou?
- Sim, agora estou legal. Mas você me desculpa mesmo??
- Siiiiiiiiiiiiiiimmmmm!!!
- Ai, não precisa ser grosso!
- Só estou te zoando. E na boa, você bebeu muito pouco para fazer aquele show todo de ontem, não acha?
- Eu sou fraca pra cachaça.
- Notei.
- Mas olha, bora fazer o seguinte? Estou no orelhão e meu cartão está acabando. Bora se encontrar na UnB pra gente conversar? Você é um cara legal e não queria que você tivesse uma imagem tão ruim assim de mim. Pode ser?
- Acho que rola. A gente combina melhor pelo ICQ, tá?
- Sim, sim! Bom, tenho que ir. Meu cartão tá acabando. Bei...

E a ligação cai. O cartão da menina acabou.

No decorrer da semana papeamos pelo ICQ. Entre muitos papinhos inúteis, combinamos de nos ver em uma lanchonete que vendia água de coco e pastel no fim do Minhocão (UnB). Como eu tinha dias em que eu tinha tempo livre de sobra entre uma aula e outra, achei que não seria tão ruim assim papear com Daniele para passar o tempo. As coisas não poderiam piorar muito, correto?

Errado.

Depois de 20 minutos papeando na lanchonete, a menina começou a me provocar...e logo fomos para o carro se pegar. E aqui vale uma pequena pausa na história: a menina era feia, tinha bafo de zebra leprosa, mas mesmo assim conseguia me dar um tesão louco. Isso é incrível. A mulher me olhava com uma cara de tarada que me tirava do sério...

Mas prosseguindo com o calvário: ao chegar no carro as coisas não deram lá muito certo. Depois de um belo amasso e da mulher ficar de quatro no banco do carona (ela queria que eu apertasse a bunda dela com força!), a coisa descambou para uma semi-putaria. Ou algo próximo disso:

- [Eu, apontando para o pau duro para fora da calça] Olha só o que você perdeu lá na Garagem.
- Ai, não posso olhar isso...é pecado!
- Pode ser, mas pega um pouquinho.
- [Fazendo biquinho] NÃO!
- Então vem cá dar uma cheiradinha. Vai...custa nada. Só pra você sentir o cheirinho!
- Hmmmm...
- Vai, só uma cheiradinha! Que pecado tem nisso?
- É, pensando bem...mas só vou cheirar, tá? Olha lá...

Daniele se aproxima e dá uma cafungada na cabeça do meu pau. Ela solta um "UIIII" e cai de boca no meu pau com voracidade. "Opa, agora a coisa vai!", pensei. Mas o boquete da mocinha não dura nem 1 minuto. Daniele larga meu pau e começa a chorar:

- [Descontrolada] EU NÃO DEVIA TER FEITO ISSO! EU NÃO DEVIA! BUÁÁÁÁÁ!!!!
- Olha, não precisa chorar. Foi só um boquetinho besta!
- BUÁÁÁÁ!!! Ai...ai minha MÃO! Minha mão tá t-travada! Não consigo mexer ela direito! I-isso é um castigo divino! Só pode ser!!! Deus já está me castigando!!! BUÁÁÁÁÁ!!!!
- Puta merda! Será que você pode parar? Sua mão ficou com cãimbra, isso é a coisa mais normal do mundo. Para que esse chororô todo?
- DEIXA EU CHORAR, PORRA! BUÁÁÁÁÁ!!!!!
- ...

Fiquei no estacionamento da UnB assistindo a xarope chorar. Quem passava por perto olhava a cena assustado. Depois que ela se acalmou, me despedi e deixei ela no Minhocão para assistir minha aula. "Nunca mais vejo essa doida. Chega", pensei.

No dia seguinte a menina me liga. A conversa seguiu o mesmo script de dias anteriores: ela pedia desculpas pelo choro, achava que eu era muito legal e não deveria torrar minha paciência, que ela é legal também e se descontrolou, blá, blá, blá...e lá pelo fim da conversa ele pede para vir aqui em casa para gravar uns CDs. Putz.

- [Eu] Você quer gravar o que?
- Você tem muita coisa de anos 80. Queria montar uma fita com umas musiquinhas, hihihi!
- Tá. Olha, vou ter um tempinho livre amanhã de manhã. Mas não é muito tempo. Acho que dá para você escolher algumas coisas.
- Tudo bem. Mas só avisando: nada de putaria, tá? A gente vai se ver só pela amizade! Minha religião não permite essa putaria toda. Não dá certo!
- Tudo bem.

Aproveitando meu ócio, resolvi dar mais uma chance para a demente. Na manhã do dia seguinte, Daniele aparece na minha casa pontualmente às 9:30 da manhã. Sua roupa não era NADA comportada: um vestido tubinho curtíssimo com um decote que deixava seus peitos saltando para fora. "Isso vai dar merda", pensei. Daniele entra, senta-se perto de meu aparelho de som e começa a vasculhar meus CDs. "Nossa, você tem muita coisa legal! Bota isso pra tocar, vai!", dizia ela. Fui botando vários CDs para tocar, enquanto ela fazia uma listinha do que ela queria gravar.

Depois de uns 30 minutos ouvindo música e conversando papinhos bestas (com meu nariz aguentando aquele bafo de canibal) , Daniele começa a me olhar com aquela sua típica cara de tarada. De quebra ainda me mostrava a calcinha com as pernas entreabertas.

- [Eu] Hum, bela calcinha.
- [Fazendo cara de safada] Hmmmmmm...gostou?
- Ô!

Parto para cima da menina e deito ela no chão. Abro suas pernas e boto sua calcinha de ladinho. Ao fazer isso, tive mais uma surpresa. Um verdadeiro tufo de cabelo surge de dentro da calcinha. Não, tufo é pouco. Pense numa verdadeira moita de pêlos negros encaracolados, algo como uma selva de Bombril de fazer a
Claudia Ohana se morder de inveja. Olhei aquilo assustado e Daniele fica sem graça.

- [Daniele] É que tem tempo que eu não me depilo...
- Não me diga!

Dou uma dedada na buceta, mas ela faz cara de dor.

- Ai, devagar! E-eu...eu sou virgem.
- [Boquiaberto] Oh!

Virgem. Puta merda, além de tudo a garota era VIRGEM! JESUIS! Mas enfim. Como ela sentiu dor com as dedadas, decido cair logo de boca naquela buceta de ursa no cio. O problema é que era tanto pêlo que eu tive dificuldade de saber onde começava a buceta e terminava o cu, sem falar que era complicado chegar no clitóris sem engolir uns 600 pentelhos pelo caminho. Mesmo assim, depois de muito sacrifício, eu consegui achar o grelo da garota com minha língua de sucuri faminta. Ela gemia sem parar com minhas lambidas e melava toda minha boca. Mas para completar toda a desgraça, a buceta da menina era mais azeda do que limão com vinagre. É, caros amigos...foi tarefa de macho encarar aquilo ali.

Quando a garota estava perto de gozar, escuto um barulho na porta. Era minha mãe voltando do mercado.

- Se levanta rápido. É minha mãe!
- AI!

Daniele se levanta rapidamente e ajeita a calcinha. Eu limpo minha boca na camisa e minha mãe entra de sopetão. Daniele se adianta e se apresenta para minha mãe como uma "super amiga" minha. Em seguida minha mãe dá um beijo no meu rosto e segue para dentro com as compras.

Gravo as músicas que Daniele queria em uma fita e logo ela vai embora. Minha mãe chega na sala uns minutos depois.

- Filho, sua amiguinha é feia, hein?
- Ô!
- E vem cá, o que você passou no rosto? Na hora que te beijei eu quase caí para trás. Sua cara está fedendo!
- É que...hum...Daniele me deu um beijo molhado no rosto. Deve ser isso.
- Tá certo. Mas que baba fedida dessa moça, né? Pede para ela procurar um médico. E limpa seu rosto no banheiro!
- Claro, mãe.

Minha mãe beijou a buceta de Daniele por tabela. É, eu tinha que dar um fim nessa situação ridícula.

Continua...

terça-feira, 17 de novembro de 2009

MULHERES SACANAS - A crente do rabo quente (parte 1)



Quem acompanha meus textos há um bom tempo deve ter notado que eu sou um cara muito azarado com mulheres. Os posts da "Menina da buceta colada" e o famoso "A psicótica do ICQ" estão aí de prova. Esse post de agora, entretanto, bota esses citados posts no chinelo.

Aliás, já era bom adiantar algumas coisas:

1) Essa história é 200% verídica. Não inventei nada do que será contado aqui. No máximo alterei alguns nomes para preservar a imagem de pessoas e/ou instituições. Como diz o ditado: quem tem cu tem medo.

2) Caso você duvide de alguma coisa que será relatada aqui, lembre-se de outro ditado meu: o mundo é dark, muito dark.

3) Mulher de internet é tudo demente. Sem exceções.

4) Esse post irá estragar seu dia. Vai por mim.

Agora vamos deixar de lorota e ir logo ao assunto.

Por volta de 2002 eu ainda cursava a UnB e o Buldozer estava a todo vapor, com uma média de 1500 leitores por dia (bons tempos...). O Buldozer tinha atualizações constantes, gerava brigas homéricas nos comentários e muito ódio na nossa caixa de correio. Mas faltava alguma coisa. "Porra, esse blog podia render mulher pra gente, né?", disse o Corba uma vez. "Pois é. Só macho xingando a gente é bem sacal", respondi.

Um belo(?) dia, recebemos na nossa caixa de correio um alegre e-mail de uma garota chamada Daniele (nome fictício). O e-mail era mais ou menos assim:

Oi Buldozers!

Li um texto no blog de vcs q eu amei. O Reinaldo escreveu sobre a última festinha da Biologia na UnB q ele foi e eu achei o texto muito engraçado! Hahahaha, é sério! Ri pra caramba! A gente bem que podia se conhecer ao vivo, né? Eu também sou de Brasília. Aproveito a mensagem para mandar uma foto minha. Fico no aguardo da resposta de vcs.

Beijossssssssssssss!

Dani

A foto que veio em anexo mostrava uma mocinha bonitinha entre duas garotas também interessantes. Essa bonitinha era a tal da Daniele. Ao mesmo tempo que eu me animei, também dei aquela brochada. Sabem como é: menina de internet muito solícita e que já chega mostrando foto não é um bom sinal, ainda mais quando isso ocorre por meio de um blog (lugar de desequilibrados por natureza). A história da psicótica do ICQ tinha começado de modo parecido...

Lembro de ter puxado um papo com o Corba sobre a garota:

- [Eu] Bicho, viu o e-mail daquela Dani?
- Vi. Ela te achou engraçado. Coitada.
- E tu viu a foto dela?
- Vi. É bonitinha, mas nada demais.
- Eu também achei a mesma coisa. Ela falou que quer conhecer a gente, você anima?
- Já estou saindo com uma garota, cara. Tu anima de sair com essa mina?
- Acho que sim. Estou solteiro e de bobeira, né?
- Então boa sorte. Eu tô fora. Depois você me conta se é mais uma doida pra entrar na sua lista.
- Tá.

Logo tratei de responder o e-mail da Dani e trocamos telefones e ICQs (Será que alguém aí ainda usa ICQ? Nossa, como eu tô velho...). A menina era bem legal e simpática nas conversas via tel e computador, mas como ela estava muito ocupada com a UnB (ela cursava Contabilidade), nunca rolava da gente se encontrar ao vivo.

Após muitas tentativas, finalmente aconteceu: combinamos de nos encontrar numa noite de sexta-feira para bater papo e nos conhecermos melhor. Eu buscaria ela em casa e iríamos para um barzinho que ficava na comercial da quadra dela. Programinha básico.

Cheguei na XXX Norte pelas 20h e peço para a Daniele descer. Quando vejo a garota sair pela portaria, eu quase enfarto. Meu intestino se revira e tenta saltar pela boca. Meus olhos lacrimejam sangue. Caros leitores...a menina era muito feia ao vivo. Não, feia é pouco: a guria era medonha, HORRÍVEL, BARANGUÉSIMA! A "bonitinha" da Daniele era baixinha, magricela, ligeiramente corcunda, tinha um nariz amassado, pernas de caubói (meio arqueadas) e uma mandíbula protuberante tipo cachorro buldogue. Ela não lembrava em nada a garota da foto que veio por e-mail. Sério, era coisa de outro mundo. Eu sempre duvidei de pessoas feias que poderiam ser fotogênicas, mas depois daquele dia eu mudei radicalmente de opinião!

A minha cara de susto era tamanha que cheguei a assustar a garota:

- [Depois da apresentação inicial e dos 3 beijinhos] Reinaldo, aconteceu alguma coisa? Você tá com uma cara muito estranha.
- É que...é...que eu pensei que você fosse mais alta. Isso, mais alta.
- [Sem graça] É, mas eu sou baixinha. Hehehe...
- Mas na foto você parecia ser alta. Bem alta!
- Impressão sua, hehehe.
- [Tentando disfarçar a cara de decepção] Bom, vamos pro barzinho então?
- Claro.

"Vou ser simpático e cair fora. Se for para olhar gente feia, tenho espelho em casa", pensei com meus botões. Fomos a pé para um buteco próximo e pedimos uma cerveja. Daí veio a conversa padrão de bar: o que faz da vida, o que gosta de fazer nas horas vagas, para onde costuma sair, que tipo de música gosta de ouvir...e daí começaram a pipocar as surpresas:

- [Dani] ...eu não sei se você notou, mas sou evangélica.
- É?
- Sim. Sou da igreja XXXXX.
- [Cara tripla de decepção] Sério???
- Por que essa surpresa?
- Bom, eu pensei que a mulherada dessa igreja só andasse de saião comprido, cabelo até a cintura, não usasse maquiagem e tal. Coisa de gente radical e chata! Você não parece fazer parte disso.
- Não, não! Nada disso! A gente se veste normal e curte a vida, ué! Eu, por exemplo, adoro sair para micarê e dançar axé. Adoro festa e sair pra dançar. Não tem nada a ver ser evangélico e ficar trancado em casa!
- Ah, tá.

No meio da conversa, notei outra coisa pitoresca em Dani: a mulher tinha um bafo terrível. Imaginem o bafo de quem acabou de acordar misturado com aquele mau hálito de quem fica muito tempo sem comer. Era uma coisa maligna. Em alguns momentos que eu tinha que botar a mão no nariz para tentar evitar aquele futum, mas não adiantava nada. Era uma tortura!

Mesmo assim, o papo foi seguindo seu rumo:

- [Dani] E falando em festa, tem um lugar que sou doida para conhecer.
- Que lugar?
- Boate gay. Todo mundo fala que é muito divertido.
- Já fui na Boate Garagem. É legalzinha.
- Jura? Mas...você é gay?
- Claro que não, porra! Fui lá umas três vezes com amigas. Eu estava sem ter o que fazer e acompanhei elas. O ambiente é legal, mas aquela viadada se pegando é um porre de ver [NOTA: já contei essa história lá no Buldozer. Depois eu procuro o link desse post].
- Ah, bora lá comigo! BORA! BORA! Sou morta de curiosidade de conhecer a Garagem!
- É, a gente pode ver se rola semana que vem. Bora ver.
- Isso! Anima aí! Quero ir lá contigo! UHUUU!

Uma garota feia, evangélica, com bafo de cadáver e que tinha curiosidade de conhecer uma boate gay. É, eu mereço.

Como o papo já tava ficando chato, falei que estava com sono e tratei de pagar a conta. Já na frente da portaria do bloco dela nos despedimos e a menina me solta um olhar sexy (ou algo próximo disso). Como a gente se falava numa distância curta, eu tentava respirar pela boca para não sentir aquele bafo de morta-viva.

- [Dani] Ei, não esquece da boate gay! A gente vai lá, né??
- Vamos ver como tá meu tempo nessa semana. Qualquer coisa eu te ligo.
- Não desanima, hein? BORA! BORA!

Em seguida a menina me dá um beijo demorado na bochecha e um "tchau" bem sensual (baranga tentando ser sensual é uma coisa fofa...). "Meu Deus, será que essa mocréia tá me dando mole? Afff", pensei. Entro no carro e acelero de volta para casa.

A semana passa. Como estava sem ter o que fazer, sem mulher e com uma certa grana sobrando na carteira, resolvi encarar o desafio de levar uma evangélica feiosa com bafo de zumbi para uma boate gay. "Isso deve render uma boa história para o futuro", pensei com meus cansados botões.

Ligo para a Daniele e combino de ir na Boate Garagem em um sábado à noite. Ela fica super alegre e solta um grito pelo telefone que quase estoura meu tímpano direito. Na fatídica noite de sábado eu chego na casa de Dani por volta das 22h. Ela rapidamente desce. A garota estava bem produzida e maquiada, mas continuava pavorosa. "Caralho, tem que ser macho para encarar isso. São Jorge, me dê sua luz!!!", pensei.

Dani entra no carro toda sorridente e falante.

- [Dani] UHUUU! Vou dançar até cair hoje!
- Tomara.
- E você? Gosta de dançar?
- Acho legal. Mas não morro de amores.
- Mas hoje você vai ter que dançar! UHUUUU!!!!
- Tá...

Toco meu Kadett para a Boate Garagem. Chegando lá, vemos drags e gays de todos os tipos se amontoando na fila. "Hahahah, é cada gay figura, né?", dizia Daniele. "É. Lá dentro é pior", respondi.

Entramos. Como chegamos cedo, a boate estava relativamente vazia. Sentamos em um sofá-cama que ficava no hall de entrada e tratamos de conversar amenidades. Lá pelas tantas eu chamo a garota para subir no mezanino. "De lá dá pra ver toda a boate lá de cima", falei. Ela topou na hora e subimos. Lá de cima a garota começou a conversar papos chatos sobre religião e amigos de igreja. Para completar a desgraça, o bafo de hiena morta da garota saturava o ar ao meu redor. Como eu estava carente e sem opções melhores no momento, pensei em algo completamente insano para animar a noite: ficar com a garota. "Já que eu estou aqui, o lance é encarar a fera para ter alguma diversão. São Jorge, ROU!!!", pensei. Cheguei pertinho, dei umas cafungadas no cangote e CRÉU: beijei a baranga! Do beijo a coisa já partiu para uma mão boba assanhada e logo eu estava levando a menina para sentar no meu colo em um poltrona próxima.

- [Dani, nervosa] EI! Que troço é esse de chegar passando a mão em mim? A gente mal se conhece! Calma lá!
- Desculpa, me animei. Foi a empolgação.
- Bom, vamos dançar um pouco? Também quero beber um pouco. Estou morta de sede!

Descemos de mãos dadas. "Ainda bem que está escuro. Ninguém vai me ver com essa baranga", pensei com meus desgastados botões. "Reinaldo, vou ali pegar uma caipirinha. Me espera aqui, tá?", disse Dani. Acenei um "sim" com a cabeça e fiquei na pista de dança entre duas drags de 1,90m de altura. Depois de um tempo surge Dani segurando uma capirinha em um copo de plástico.

Pois bem: Daniele bebe apenas uns dois dedinhos de capirinha...e despiroca. A mulher vira outra pessoa. Era como se a Pomba Gira tivesse dominado o corpo da menina. Para início de conversa ela começa a dançar colada em mim e esfregando a bunda no meu pau.

- [Dani, tresloucada] UHHHH! VOCÊ TÁ DE PAU DURO! ESTOU SENTINDOOOOO!!! RRRRRUUUUUURRRRR [urro animalesco]!!!
- É isso aí!
- ESFREGA ESSE PAU DURO EM MIM! AHHHHHHHHHHHH!!! RRRRUUUUUUUUUUURRRR [urrando]!
- É BALA!

Daniele começa a se esfregar no meu pau duro e a lamber minha boca com a ponta da língua. A mulher estava possuída. "Nusssssa, vocês dois estão um AR-RA-SO!", gritava a drag ao meu lado. Como a coisa tava bem quente, chamo a evangélica com bafo de urso para correr para o meu carro. Lá a gente podia se "divertir" melhor. Ela topa sem pestanejar.

Saímos da boate em menos de 5 minutos. Dentro do carro, começo a beijar a garota e passar a mão nela toda. Num ato de brutalidade, puxo o tomara-que-caia dela para baixo e chupo seu mamilo direito sem cerimônia. A mulher solta um berro altíssimo.

- [Eu, assustado] O que foi??
- [Sem graça e fazendo biquinho] É que...é...eu...eu gozei...
- Já?
- É...
- Mas eu não fiz nada!
- Fez sim...você...v-você lambeu meu peito. Buáááá!!!

Daniele começa a chorar que nem criança desmamada. Tento consolar a garota de um modo bem romântico.

- Mas e eu? Estou de pau duro aqui! Vai me deixar na mão?
- Não quero mais falar de putaria! Chega! Buáááááá!!! Isso é pecado. Eu não devia estar aqui, a culpa é SUA! Snif, snif...
- Ai minhas bolas...

De pau duro, ligo o carro e deixo Daniele em casa.

Continua (e fica pior)...

terça-feira, 22 de abril de 2008

MULHERES SACANAS - a ex-namorada do Amazonas


Amazonas

No começo do ano passado o Amazonas chegou aqui em casa para botar a conversa em dia. Ele tinha acabado de chegar de uma viagem do Rio:

- [Eu] Como foi de viagem, filho?
- Bacana.
- Tu foi com quem?
- Fui com o povo da minha casa de santo. Foi uma turma grande e a gente foi tocar uns "trabalhos" por lá.
- A Casa da Dona Maria (nome fictício)? É aquela casa onde você faz suas macumbas?
- É.
- Legal. E a mulherada? Pegou alguma?
- Sim. Estou pegando uma mulher casada. Ela também é da casa.
- Caralho! O marido dela também foi?
- Não. Foi a esposa dela. Ela é casada com outra mulher.
- Caralho...

Só esclarecendo: o Amazonas é o sobrinho do enrabador de espíritos, história que eu já contei no Buldozer um tempo atrás. Vale lembrar também que o moço é satanista e macumbeiro, além de tirar uma onda de ser o filho bastardo de Aleister Crowley. O Amazonas frequenta uma casa de santo aqui de Brasília há alguns anos, a Casa da Dona Maria, que se localiza em algum lugar do Lago Oeste. Você só entra nessa casa por indicação e só continua frequentando se a Dona Maria for com a sua cara. Essa Dona Maria é sinistra e já fez várias coisas inacreditáveis com as forças do mundo espiritual, além de prever várias enrascadas em que o Amazonas iria se meter (e que aconteceram!). Mas a Dona Maria é assunto para outro post.

Voltando ao assunto: Amazonas voltou doido por essa moça, a Juliane (nome fictício). Juliane é bem bonita e tem um visual de lolitinha danada capaz de fazer qualquer marmanjo babar. Além da bela aparência, Juliane era bem carinhosa e soube envolver o rapaz em um momento de carência (leia-se "secura") extrema. Para complicar ainda mais, a menina era casada com uma lésbica caminhoneira de dar medo. A "marida" de Juliane é famosa pelo pavio curto e por organizar várias festas para o público GLS no eixo Rio - São Paulo. Para evitar maiores problemas, vamos chamar a "marida" de Juliane de Creolinda.


Creolinda

O Amazonas sempre se meteu com garotas complicadas, mas Juliane bateu todos os recordes de esquisitices e complicações. Essa moça me encucou desde o começo: como é que uma lésbica transa com um homem? O que ela faz? Ela tem tesão em pau? Um dia o Amazonas me contou esse podres e mais algumas coisas:

- [Eu] Bicho, vem cá, essa mina é lésbica mesmo? Como é que uma lésbica te namora?
- Bom, ela vive me dizendo que tem nojo de homem. Desde que ela foi "quase" estuprada na adolescência, ela me disse que pegou nojo de homem. Homem, para ela, não presta nem para beijar.
- Tá, mas você tem buceta?
- Não, porra! Comigo ela disse que foi diferente. Rolou um sentimento forte e tal.
- Sei. E como é que essa sapata transa? Ela chupa teu pau?
- Chupa. Chupa até bem. Mas ela se anima mais quando eu chupo ela. No final da chupada ela sempre vem me beijar para pegar o caldo da buceta dela. E depois é pirocada!
- É, faz sentido. Ela gosta de buceta, né? E a esposa dela? Ela desconfia de você?
- Nem. Ela acha que eu sou gay. Melhor pra mim.
- Ela é bonita?
- A Creolinda? Nem fudendo. Pense num pedreiro com cara de machão acordando de ressaca, com a barba rala e cabelo bombril arrepiado. Ela é mais feia que isso.
- Affff. Ela é caminhoneira total?
- Total. Deve ter até pinto aquela porra. O foda é que a mulher só pega mulher gata, é impressionante!
- Ela tem grana?
- Muito. A mina tem uns bares no Rio e vive organizando festa GLS no Rio e São Paulo. A mulher caga dinheiro.
- Então a Juliane pega essa mocréia por interesse?
- Sei lá, velho. Ela disse que a Creolinda é a única sapata caminhoneira que ela teve tesão e que se apaixonou de verdade. Ela garante que ama mesmo a Creolinda e que antes dela ela só pegava mulher feminina.
- A Juliane trabalha? Estuda?
- Porra nenhuma. Fica o dia inteiro malhando e tomando banho de sol. Ela mora numa mansão aqui em Brasília que a Creolinda banca. Creolinda mora no Rio e vem pra cá nos finas de semana.
- Hum, tá. E ela ama a Creolinda e chifra a mulher contigo?
- É.
- E se a Creolinda descobrir?
- Aí eu acho que levo uns tiros. Pior que isso não rola.
- É...

Uma lésbica que gosta de transar com homem? Uma menina que vive às custas da esposa rica? Um amazonense na secura que acreditava ter transformado uma lésbica em hetero? É óbvio que essa história estava truncada demais e que a merda iria explodir a qualquer momento. Mas não demorou muito para a coisa feder. Um belo dia o Amazonas me liga:

- Velho, a Creolinda tá desconfiada que tá levando chifre. Ela veio aqui em Brasília e tá tocando o terror!
- Eita, porra! Ela te descobriu?
- Não. Mas ela tem "certeza" que é a Dona Maria que tá comendo a Juliane!
- Que nóia...
- Bota nóia nisso. Mas quem contou isso foi a Juliane. Toda vez que a puta briga com a Creolinda ela conta que ficou com alguém para fazer ciúme na caminhoneira. Bicho, essa mulher deu pra Brasília inteira! Ela não é lésbica porra nenhuma. Estou chupando pau de tabela!
- Eu desconfiei desde o começo. Lésbica que chupa rola? É ruim, hein?
- Além de não ser lésbica, a mulher é barraqueira. Ela fez um ciúme tão grande na Creolinda que a mulher foi na casa da Dona Maria com um 38 na cintura. Foi um barraco fudido, quase rolou tiro. Daqui a pouco estoura pro meu lado.
- Pois é.
- E descobri outra: Juliane foi garota de programa.
- Puta que pariu! Campeã essa menina, hein? Mas você tá comendo de camisinha?
- Nem. É couro no couro. Raça pura.
- Machão você, né?
- Sou do norte, meu filho. Lúcifer me protege.
- Sei. E quando você larga essa maluca?
- Não sei. Eu amo essa vadia!
- Ai, ai. Já pensou você pegando aids dessa xarope e saindo no tapa com a Creolinda?
- Vai ser uma cena fantástica. Se bobear eu apanho.
- Também acho.

Um tempo depois, Amazonas percebeu que iria acabar morto por causa dessa menina e tentou terminar com elas umas sete vezes. Todas as tentativas foram fracassadas. E toda vez que ele tentava terminar a garota armava alguma confusão: ia no serviço dele fazer escândalo, espalhava na casa da Dona Maria que ele era gay, ligava para a mãe dele e abria o berreiro, dizia que iria se matar, etc, etc.

Mas Satã é pai: finalmente Amazonas largou a garota. Para completar, Creolinda cansou de Juliane também e parou de sustentar a moça. Juliane está para ser despejada da casa onde mora e está com o nome sujo no banco. Da última vez que as duas se encontraram rolou um quebra-pau tão feio que a PM teve que intervir ou uma delas saía morta. Amazonas está tranquilo e vendo o circo pegar fogo de camarote. Dona Maria sempre conta as últimas de Juliane e já avisou que os dias da menina estão contados. Até as entidades que a protegem saíram de perto. Dona Maria cansou de dar conselho para Juliane e pedir para ela mudar de vida, mas já desistiu. Aguardemos as últimas novidades de Juliane nas páginas policiais.

E aguardemos o Amazonas fazer o exame de HIV...

quinta-feira, 3 de abril de 2008

MULHERES SACANAS - a ex-esposa do Mustache Rider



O Bigotron orgulhosamente apresenta uma nova série: mulheres sacanas. Nessa série eu pretendo contar casos de mulheres malignas que arruinaram casamentos, provocaram suicídios, transformaram homens bons em alcoólatras e espalharam a aids entre mulheres casadas. Enfim, mulheres escrotas que sabem como desgraçar a vida de um homem e que ainda têm orgulho disso. São todos casos reais, sem gracinhas nem firulas, que vão te comover e fazer chorar. Todos casos selecionados a dedo.

E por onde eu iria começar?

Bem, resovi começar pelo caso mais "light": a ex-esposa do Mustache Rider.

Se você é (ou era) leitor do Buldozer, você deve saber que o Mustache escrevia por lá, mas de repente parou de escrever e sumiu sem deixar vestígios. Como o cara fazia uns posts engraçados, muitas pessoas se sentiram órfãs do humor bizarro do moço. Nunca entrei em detalhes do motivo que fez ele isolar do mundo (real e virtual). Eu só fazia piadas que o cara estava necrosando o nariz de tanto cheirar pó e que escrevia um livro autobiográfico que ele jurava que seria um best-seller. Muita gente pensava que eu estava fazendo piada, mas isso era sério! O cara até hoje está escrevendo esse livro e ainda disse que eu vou estar nele (Jesus!).

Mas o que levou o Mustache a sumir? Bem, eu vou contar...

Uns 7 anos atrás o Mustache trabalhava numa empresa de informática aqui em Brasília. Nessa empresa ele conheceu Verônica (nome fictício), uma menina gatinha e muito simpática. Não demorou muito e os dois começaram a namorar. A menina era tudo que o Mustache queria: legal, bonita, tarada e ainda trabalhava na mesma área que ele. Tudo muito lindo e muito fofo. Lembro que na época ele comentava que a moça era uma máquina de sexo e a cada foda nova a coisa só melhorava. Verônica era a mulher da vida de Mustache e ele estava todo feliz. Não demorou muito e eles se casaram e foram morar juntos.

Passado um tempo, o Mustache recebe uma proposta de trabalho no interior de SP. Ele, então, resolve se mudar para lá e leva Verônica junto. Chegando em SP a vida profissional do Mustache decolou: ganhou cargo de chefia, rodou o mundo em vários congressos e quase conheceu o Bill Gates pessoalmente. Isso sem falar na conta bancária, que só engordava. A mulher de Mustache, por outro lado, fazia mestrado em informática e fazia uns bicos para descolar um troco.

Para complementar toda essa alegria sem fim, só faltava a cereja do bolo: um filhinho! Mustache, então, engravidou Verônica numa bombada inspirada, com Kenny G de trilha sonora e damascos secos no criado mudo. Só que, ao engravidar, Verônica ficou bem diferente. Ela tratava Mustache friamente e ficava cada vez mais distante. Além do comportamente frio, Verônica começou a conversar por horas a fio com um mocinha que ela conheceu no Orkut. Eram horas e horas de conversa via MSN e scrap de Orkut. Mustache estranhou e perguntou para a esposa onde ela teria conhecido essa nova amiga:

- Vevê, você achou essa menina onde?
- Numa comunidade do Orkut. Nem lembro qual...
- Sei. Ela é tão legal assim? Você não desgruda dela.
- Sim, muito! Muito mesmo! Quer o MSN dela?
- Tá, passa.
- Acho que você vai gostar dela.
- Tomara.

Mustache começou a conversar com a amiguinha da esposa. A única coisa que ele sabia antes de papear com a moça era que ela morava no RJ e era médica. Como Mustache estudou Medicina por 4 anos antes de largar tudo e mexer com informática, ele começou a trocar um papo com a menina sobre o curso. Não demorou muito e Mustache percebe que a menina estava de enrolação: a moça não sabia coisas básicas que um estudante de Medicina deveria saber e desconversava toda as vezes que Mustache perguntava sobre os hospitais em que ela trabalhava. Tinha algo de estranho com a menina, mas Mustache resolveu não comentar nada com a esposa. A menina também se dizia cheia do dinheiro e filha de gente importante no RJ, mas Mustache desconfiava ser outra lorota...

Enfim: no começo de 2007 Verônica dá a luz a uma menininha. Mesmo com o fim da gravidez, o comportamento frio e esquisito de Verônica só piorava. Mustache até desconfiou de depressão pós-parto, mas a coisa era bem pior que isso. Um belo dia, ao ninar sua filhinha, Verônica se aproxima de Mustache:

- Moreco, queria te contar uma coisa.
- O que foi?
- É...bem, quero ficar com outras mulheres. Acho que virei lésbica.
- O QUÊ??
- É isso aí. Desculpa eu falar isso, mas queria ser sincera contigo.
- Mas, caralho, você foi descobrir isso logo depois de 7 anos de casamento?? PORRA!
- Sim. Sinto muito. Mas eu ia te fazer uma proposta: quero continuar casada com você, mas quero sair com outras mulheres. E eu não quero que você interfira na minha vida sexual fora de casa.
- Puta que pariu, não acredito nessa conversa...e, vem cá, como seria nossa vida de "casados"? Você vai continuar me tratando desse jeito escroto que você tem me tratado?
- Bem, desculpa! Não é de propósito...é involuntário, entende?
- Ok, ok! Que mal pergunte: você vai ficar com aquela menina carioca que você conheceu no Orkut?
- É...devo viajar pro Rio na semana que vem.
- Já desconfiava. Bem, curta sua vida! Estou indo embora. Quero o divórcio.
- [Indiferente] Tá!

Mustache saiu de casa e ficou um tempo morando na casa de um amigo. Se encheu de pó, álcool e outras coisas mais pesadas. Foi nessa época que ele largou o Buldozer e resolveu se concentrar na sua vida profissional. Hoje em dia o Mustache está casado novamente e já tem outro filhinho. Vida nova, enfim.

Uns meses atrás eu conversei novamente com o Mustache sobre essa história toda e ele acabou me contando detalhes cabeludos que teria ignorado antes:

1) Além de se "descobrir" lésbica após 7 anos de casamento, Verônica fez o favor de queimar o filme do Mustache para todos os amigos dele. Para os amigos, o Mustache é um grosso, insensível e imprestável que só desprezava a família. Para um deles ela confidenciou: "ex-marido só serve para pagar pensão, hahaha!".

2) A família de Verônica, principalmente a parte gay (ela tem muitos parentes gays!), apoia a atitude da moça e acha certíssimo ela ter feito o que fez. Eles ignoram o Mustache solenemente.

3) A moça do Rio era uma farsa. Não era médica e muito menos rica. Era apenas uma lésbica pobre e mal amada. E como o Mustache descobriu isso? Ele não conta.

No fim da conversa eu perguntei para o Mustache o que ele achava do fato de ninguém da família dela apoiar ele, e ele me veio com uma frase sensacional:

"Os caras [gays] são covardes a vida toda, daí se casam, acabam com a vida de uma pessoa e o povo aplaude isso, chamam de corajosos!"

É verdade...