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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Sonhos Bizarros de Mustache Rider - Dinossauros Zumbis


Eu não sou um cara de sonhar com muita frequência, mas quando sonho, sempre é algo bem bizarro. Essa noite tive esse sonho que vou contar aqui.

Eu estava em Washington D.C. (para os idiotas que não sabem que porra é essa, é a capital dos EUA) junto com a patroa (vamos chamá-la de Sra. Mustache). A primeira bizarrice aconteceu logo no começo do sonho: o ano era 2013, mas a cidade ainda estava em construção. O Monumento a George Washington, por exemplo (aquela piroca gigante que aparece nos filmes) tinha só 1 metro de altura e o Abraham Lincoln ficava sentado na privada cagando enquanto posava para a famosa estátua dele.

Foi então que absolutamente do nada as pessoas começaram a correr de uma porrada de dinossauros. Uma galera morreu já de cara, inclusive o Obama. Só que no meu sonho, ele estava pelado tentando fugir e o dinossauro só pegou ele porque conseguiu morder a pica gigante do negão. Um desses dinossauros era o Barney, aquele personagem infantil que mais parece uma berinjela com síndrome de down.

Foi só matarem o Obama que chegou o exército com uma porrada de canhões, tanques e caças. Nessa hora eu pensei: "beleza, agora tô salvo". Porra nenhuma! Quando os caras conseguiam matar um dinossauro, a merda do bicho virava um zumbi e ficava com o dobro do tamanho. Essa merda fez meu cu piscar de tanto medo.

Corri pra caralho e, junto com a Sra. Mustache, a Hebe e o Ted Boy Marino chegamos em uma casa e ficamos lá escondidos com outras pessoas. Apagamos as luzes e ficamos de boa. Pensamos que não tinha motivo dos dinossauros entrarem ali se a gente ficasse quieto. Uma dessas pessoas, um negão que tinha tanto vitiligo que parecia o filme negativo de um Dálmata, começou a surtar e gritar sem parar.

- Cala a boca, porra! Vão achar a gente aqui, seu filho da puta! - Eu disse.

- Eu vou morrer, eu vou morrer !!! - respondeu o clone do Michael Jackson.

- Vai não, caralho! Fica calado que não vai acontecer merda nenhuma.

- Eu morrer sim! Eu sou preto e sempre quando morre alguém é um preto!

Nisso eu fiquei puto, peguei um cano de ferro na cozinha e enfiei na cabeça do crioulo e ele caiu duro no chão.

- Beleza, porra, agora você morreu. Mais alguém vai surtar?

Depois disso eu acordei.

domingo, 22 de setembro de 2013

SONHO BIZARRO - Perdendo as bolas na Índia



Na madrugada de ontem eu tive um sonho bizarríssimo. Acho que é o sonho mais esquisito que terei o (des)prazer de publicar neste impoluto blog. Preparem-se que dessa vez é pedreira...

No sonho eu fui passar as férias na Índia junto com minha família. Voei de teco-teco(?!) de Brasília a Nova Deli (capital da Índia, sua mula) e a viagem não durou 30 minutos. Chegando na Índia, notei que as ruas da cidade estavam cheias de lama e bosta e o cheiro era insuportável. Junte ao cheiro o visual de favelão da cidade, com barracos amontoados, vacas circulando no meio de pedestres e comerciantes gritando pela rua anunciando seus produtos. A cidade era, sem dúvida, uma bela merda (a começar pelo cheiro).

Enquanto andávamos a procura de um hotel, se aproxima de mim um mendigo indiano leproso sem nariz, cheio de verrugas na cara, cego de um olho, faltando dedos nas mãos e com roupas imundas. O cara era medonho e parou bem na minha frente impedindo minha passagem.

- [Mendigo, com olhar penetrante] Reinaldo, eu te conheço.
- Jura?
- Sim. E vou te dar um conselho.
- É de graça?
- Sim.
- Então manda!
- Está vendo aquela feira ali [aponta para o fim da rua]? Elá é cheia de produtos exóticos do oriente e é um bom local para turistas. Mas, fique atento: essa feira é um labirinto. Se você entrar lá, você irá se perder.
- É mesmo?
- Não entre lá...

De repente aparece uma multidão de turistas passando por mim e o mendigo simplesmente desaparece no meio das pessoas. Minha mãe, que tinha acabado de ouvir as palavras do mendigo, resolve ir na tal feira para ver se encontrava algo interessante para comprar. "Mas mãe, aquela múmia falou que é fria entrar nessa feira, a gente pode se perder por lá", eu disse. Minha mãe se vira e responde "Aquele mendigo quer botar medo na gente. Estamos de férias, relaxa!" e puxou o restante dos meus parentes para dentro da feira.

Ao chegar na entrada da feira, fico parado pensando se vale mesmo a pena entrar naquele antro. Após alguns minutos analisando a situação, toco o foda-se e decido entrar na tenebrosa feira. Ao entrar, me deparo com uma típica feira oriental: barraquinhas vendendo temperos e tapetes, comerciantes gritando pelas vielas, animais vivos sendo vendidos, comidas exóticas sendo expostas e tudo o mais. Ao dar uma volta, percebo que a feira é um labirinto e acabo me perdendo da minha família e fico sem saber onde fica a saída! Logo noto uma mão encostar no meu ombro...era o mendigo leproso novamente.

- [Mendigo] Eu te avisei que você iria se dar mal aqui.
- É, mas agora já era. Estou aqui dentro, né?
- Sim, e você está totalmente perdido. E tem mais: tá vendo aqueles chineses ali?

O mendigo aponta o dedo mindinho (o único dedo que ele tinha na mão esquerda) na direção de alguns chineses com pinta de lutadores de kung fu.

- [Eu] Tá, o que tem aqueles japas?
- Eles são atores chineses e estão rodando um filme de artes marciais aqui na Índia. Mas, além de atores, eles trabalham para a máfia oriental responsável pelo tráfico internacional de testículos.
- É? E eu com isso?
- Eles vão querer te pegar. Fuja enquanto é tempo.
- Me pegar?! Mas como eu vou fugir se estou perdido?
- Aí já é com você, meu caro...

O mendigo passa por trás de uma pilastra e desaparece, como se fosse o Mestre dos Magos. Espantado com o sumiço do mendigo esquisito e sem saber o que fazer, corro na direção oposta das chineses e entro, sem querer, em um beco sem saída onde havia cinco barracas que vendiam olhos de cabrito frescos (pense em milhares de olhos pendurados nas barraquinhas, com moscas para todo o lado). Uns 10 chineses aparecem correndo, me cercam, e a pancadaria começa. No sonho eu era um super lutador e conseguia dar voadoras, correr pelas paredes e dar um roundhouse kick com extrema facilidade. Mas, mesmo com minhas habilidades ninjas, os chineses me dominam e vedam meus olhos.

Um tempo depois eu acordo em um galpão, totalmente pelado e imobilizado em uma maca. Um chinês velhinho se aproxima de mim segurando um estilete.

- [Chinês velhote] Sr. Reinaldo, você ter belas bolas, né? Irei tirar elas fola, né?
- Mas, porra, logo as minhas bolas?
- Sim, né? Eu gosta de suas bolas. Rende um bom dinheiro, né?
- Porra, cara! Isso vai doer! Peraí!

Igonorando meus gritos de desespero, o chinês enrola um fio de nylon na base do meu saco e faz um pequeno corte com o estilete do lado esquerdo do meu saco. Ele, então, começa a apertar o fio de nylon, que espreme meu saco até que o ovo esquerdo pula para fora pelo corte, fazendo um PLOP. Ele repete todo o procedimento do lado direito, que também termina com meu ovo direito saindo pelo corte minúsculo e fazendo PLOP.

- [Eu, desesperado] PORRA! MEUS OVOS! AI, CARALHO! AHHHHHH!!!!
- [Chinês velhote maldito] Hum, belas bolas, né? Hihihi.

Por incrível que pareça, a extração das minhas bolas não causou dor, mas eu fiquei em pânico com aquele som de PLOP e fiquei desesperado em saber que estava sem meus ovos.

O velhote, então, faz um sinal com a mão e dois capangas, que eram os tais atores lutadores, me desamarram da maca. Ando pelo galpão pelado e segurando meu saco, que estava completamente murcho. "Caralho, minhas bolas!", gritava eu, em pânico, enquanto ninguém parecia me dar a menor importância. Quando penso em descer a porrada no chinês velhote, eu acordo. Pego no meu saco e percebo que está tudo bem. Ufa.



BÔNUS: Clique aqui e veja como um boi é castrado.

sábado, 8 de outubro de 2011

Nunca mato ninguém em sonho!



Anteontem eu tive mais um sonho esquisito.

Estava em um shopping fazendo compras (nem lembro o que fui comprar). Ao descer na garagem para pegar meu carro, percebo que um moleque de 14 anos está tentando arrombá-lo para roubar meu toca-fitas (putz...). Discretamente, vou ao primeiro andar e procuro a sala dos seguranças. Chegando lá, peço para me emprestarem uma arma, pois tinha que resolver um "problema". Sem perguntar nada, um dos seguranças me passa uma desert eagle calibre.50 e pede para eu devolvê-la até o fim do dia. Empolgadíssimo com a arminha, desço correndo para a garagem com o intuito de meter uns balaços no trombadinha.

De volta à garagem, vou me esgueirando pelos carros e me aproximo do moleque por trás. Ao ficar bem perto do xarope, que estava de costas para mim, miro a desert eagle em sua cabeça e puxo o gatilho. Quando penso que verei uma cabeça explodindo, escuto apenas um "clic" da arma. Não ocorre disparo algum. Puxo novamente o gatilho e mais um "clic". A porra da arma simplesmente travou! Puto da vida, jogo a pistola na nuca do xarope e pego um cone de trânsito que estava próximo para espancá-lo. Antes de dar aquela surra no pivete, eu acordo. Merda.

É sempre assim: nunca consigo matar ninguém nos meus sonhos! NINGUÉM! Ou minha arma falha, ou não acerto os tiros, ou as balas não fazem ferimento algum ou minha faca se quebra de algum modo idiota. Por que, Senhor? POR QUE?? Sempre acordo com aquele gostinho de quero mais. Meu dia ainda vai chegar.

sábado, 23 de janeiro de 2010

SONHO BIZARRO - Amado Batista faz um cover do Bryan Adams




Tive um sonho bem esquisito ontem durante um cochilo após o almoço.

No sonho eu era um faxineiro que trabalhava em uma famosa casa de shows. Após dar uma limpeza na casa, que tinha TONELADAS de cascas de banana espalhadas pelo chão (não me perguntem como é que comeram tanta banana assim durante um show. Sonhos são estranhos mesmo...), fiquei sabendo que a atração do dia seria o cantor Amado Batista. Putz...

Em questão de minutos a casa encheu. A multidão estava incontrolável e gritava sem parar "A-MA-DO, A-MA-DO, A-MA-DO!". Não demorou muito e o Amado Batista subiu no palco, vestindo um belo terno azul marinho. Amado tocou uns acordes no violão e pega no microfone:

- Boa noite, galera! UHU! Como vocês devem saber, vou abrir o show hoje para um monte de gente. Só vai ter gente fera cantando aqui, UHU!

A platéia delirava com cada "UHU" do cantor. Amado continuou:

- Mas olha só: hoje eu resolvi abrir o show de um modo diferente. Vou começar cantando uma música do cantor Bryan Adams, "Hurry". Conhecem?
- [Multidão, em coro] SIIIIIIMMMMM!!!
- Então vamos lá! UHU!!!

Amado começa a cantar. A letra da música era assim:

Hurry,
Hurry,hurry,hurry
Hurry!
Hurry, hurry, hurry!
Hurrrryyyyyyyyy!!!
Hurry!
Hurry, hurry, hurry, hurry!
HURRY! HURRY, HURRY!
Hurry...hurry...

E nisso foram 15 minutos de música, com o Amado cantando junto com a multidão. A música só tinha "hurry" de letra. "Caralho, que música chata!", pensei. Como já estava entediado, saio de perto do palco e vou andar para outro canto. No meio do caminho me chamam para limpar o camarote, que estava muito sujo. Ao chegar lá, vejo várias cascas de banana no chão. "Porra, de novo casca de banana?", pensei. Antes de começar a catar as cascas de banana, observo que o camarote estava cheio de cantores de música sertaneja e heavy metal (!), todos de saco cheio com a música "Hurry". Chitãozinho e Xororó passam por mim reclamando:

- [Chitãozinho] Porra, como o cara tem coragem de cantar uma merda dessas? Só tem "hurry" na porra dessa letra!
- [Xororó] Aposto que ele não sabe cantar em inglês e ficou só no refrão.
- É, deve ser. Assim até eu canto! Vá se fuder!
- E eu acho que aquele Bryan Adams é viado...

Chitãozinho e Xororó saem do camarote resmungando. Começo a limpeza do camarote e encho 5 sacos de lixo com cascas de banana (e detalhe: não vejo ninguém comendo banana!). Ao carregar os sacos para fora do camarote, percebo que apenas uma pessoa está gostando da música "Hurry": James Hetfield, vocalista do Metallica. Ele cantava junto com o Amado e ainda batia cabeça! Dou risada dessa cena dantesca...e acordo.

P.S: Bryan Adams não tem nenhuma música chamada "Hurry". Nem tentem procurar. E antes que perguntem: odeio esse cara! Não faço idéia do motivo de ter sonhado com esse fresco.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

SONHO BIZARRO - Burt Reynolds na feira nerd




Ontem eu tive mais um sonho esquisito.

No sonho eu estava em Nova York visitando um cara chamado John. John era um garçom que eu teria conhecido e feito amizade através do Bigotron (putz...). Chegando em Nova York, eu fico louco para ir no "bairro da putaria" (um bairro com putas, shows de strip, casas de massagem, etc.), mas John me faz desistir da idéia e jura que vai me levar para um lugar melhor. De noite ele me bota no carro e me leva para um bairro chamado "Boulevard", que se localiza exatamente no centro da cidade. Chegando lá eu vejo que se trata de um bairro nerd, com lojas especializadas em videogames, quadrinhos, RPG, filmes de ficção científica e o escambal. O visual dos prédios e dos atendentes também era inspirado no mundo nerd. Tinha prédio com jeitão de "Star Wars", atendente vestido de hobbit, parquinho com cara de deserto radioativo à la "Mad Max", entre outras nerdices.

Vendo aquele morte de nerd idiota fantasiado, puxo assunto com John:

- Você tem certeza que isso aqui é melhor do que o bairro da putaria?
- Claro! É que você não rodou no lugar inteiro. Daqui a pouco vai ter duelo de sabres de luz! É muito bom!
- Ai meu saco...

Rodamos mais um pouco pelo local. Quando eu estava prestes a perder a paciência e descer a porrada em John, vejo o ator Burt Reynolds distribuindo autógrafos dentro de uma lojinha. O cara estava sem camisa e só usava jeans (!) . Como sou fã dele, corro para dentro da loja que nem uma puta tiete:

- Burt! Burt! Sou seu fã, cara! Adoro você desde moleque! Sou do Brasil!
- É? Que legal.
- Aquele teu filme "Agarra-me se puderes" é foda demais! Vi umas 30 vezes quando era criança! "Malone" é sinistro também!
- [Dando um sorrisão] Que bacana!
- Ou, me dá um autógrafo! Melhor, me dá uns três logo! Vou plastificar alguns e o resto eu mostro pra galera!
- [Pegando um papel e autografando] Tá...
- Mas aí, por que você sumiu dos cinemas?

Burt fica furioso com a pergunta e puxa uma faca estilo Rambo do bolso.

- [Lambendo a faca] Cara, o Paul fudeu tudo! Ele me fudeu bonito!
- Paul?
- É, O PAUL! AQUELE PRODUTOR FILHO DA PUTA! ELE ME FUDEU! VOCÊ NÃO CONHECE O PAUL?
- [Disfarçando] Hã...acho que sim. Ah, o Paul, claro! Quem não conhece o Paul?
- [Lambendo a faca] Se eu achar aquele puto eu abro a barriga dele! Só porque comi o filho dele ele me tirou dos cinemas. Ele me queimou pra todo mundo! Tudo por causa daquele filho viado! Porra!
- Que lama, hein? Mas bora tirar uma foto antes, ok?

Chamo John para tirar uma foto. Burt sai na foto com cara de psicopata e lambendo a faca. Continuo a conversa.

- Mas Burt, bora achar o Paul e fuder com ele! Você é muito foda para não estar fazendo filme. Esse cara tem que levar um ferro!
- Mas...ei, que idéia maluca é essa? Você quer que eu mate o cara aqui, na frente de todo mundo?
- Mas não é o que você quer?
- Porra, você quer que eu seja preso? Quer me fuder também?!

John entra na conversa.

- Reinaldo, acho que você quer ferrar o Burt. Sacanagem isso, hein?
- [Eu] Ah, vão tomar nos seus cus! Burt, não é você que tirou a faca do bolso e quer matar o cara? Você não disse que ia abrir a barriga dele??
- [Burt] É, mas isso não quer dizer que é aqui, porra!

Burt pede para John me segurar por trás. John obedece e Burt parte para cima de mim e começa a esmurrar minha barriga.

- [Eu] AII! Porra, Burt! Você dá a idéia e depois fica de frescura! AI! PORRA!
- Safado! Você quer me ferrar! Você quer me ferrar! Mas eu vou te ferrar também!

Burt rasga minha camisa com a faca e faz um X com caneta no meu umbigo. Ele começa a mirar com a faca no meio do X e pede apoio da platéia. Quatro atendentes vestidos de Peter Pan gritam "Mata ele! Mata ele!".

- [Eu] CARA, NÃO FAZ ISSO! PERAÍ! SOU TEU FÃ!
- CALA A BOCA! DEIXA EU MIRAR TRANQUILO NO MEIO DO TEU BUCHO!
- NÃO, PERAÍ! NÃÃÃO!

Burt arregala os olhos e enfia a faca em mim. Eu acordo logo em seguida.

P.S: nesse dia eu comi leite em pó antes de dormir.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

SONHO BIZARRO - caldo de cana na Guerra do Vietnã



Tive um sonho esquisitíssimo nessa noite. Gostaria de compartilhar essa experiência demente com vocês.

No sonho eu estava na Guerra do Vietnã em um missão secreta. A missão seria atravessar um lago dominado pelos vietcongs e capturar uma mulher vietnamita que teria informações militares ultra-secretas. Pois bem: eu e mais um grupo de soldados americanos vestimos sungas, amarramos patos vivos nas costas e atravessamos o tal lago por debaixo d'água (os patos serviam de camuflagem. No sonho isso era plausível...).

Ao chegar no outro lado do lago, encontramos a mulher vietnamita no meio de vários soldados, que estavam preparando o armamento para um combate. Sem retirar os patos das costas, saímos na porrada com todo mundo e conseguimos capturar a mocinha. De repente, sem qualquer aviso, saem do meio da mata dois militares russos com a cara do Mussolini atirando em nossa direção. Todos no meu grupo morrem, com exceção de mim e de mais um soldado. Segurando a mulher pelos braços, atravessamos o lago desviando das balas. Ao chegar na outra margem, entramos na mata e corremos até chegarmos em uma cidade vietnamita.

A cidade vietnamita era idêntica à Brasília. Ruas, comércio, árvores...tudo igual! Quando pensamos que tínhamos nos livrado dos russos, eles aparecem atrás da gente disparando e gritando. Corremos para o meio da cidade, de sunguinha e com os patos nas costas, e nos escondemos embaixo de um prédio. Os russos passam batido. Ao respirar aliviado, uma surpresa: me aparece um negão vietnamita(?!), com visual anos 70, me apontando um revólver.

- [Negão] Você vai morrer, rapá!
- [Eu] Por quê?
- Tu é comunista! Você tá com essa comunista de merda aí!
- Cara, essa mulher é minha prisioneira. Estou aqui combatendo os comunistas!
- Ah, então você é sangue bom.
- Tem como você ajudar a gente a sair daqui? Tem dois russos na nossa cola.
- Já é.

Seguimos o negão e ele pede para entrar no seu Fiat 147 amarelo, que não tinha o banco do passageiro. O negão arranca com o carro e sai rodando pela tal cidade vietnamita. Ao entrar em uma rua comercial, ele freia.

- [Negão] Aqui vocês podem descer.
- [Meu amigo soldado] É seguro?
- É.

Descemos do carro e o negão vai embora. Ao olhar para frente, reparo que estamos em frente a uma loja especializada em caldo de cana. A loja só vendia caldo de cana! Tinha sacos e mais sacos com cana para todos os lados.

- [Eu] Estou com sede. Bora beber um caldo?
- [Meu amigo soldado] Bora.

Puxando a vietnamita pelo braço, entramos na loja de sunguinha e com os patos nas costas. Pedimos dois caldos e oferecemos um pouco para a mulher, que não quis beber. O caldo de cana custava R$0,70 o copo. Quando estávamos saindo da loja, vemos os russos-Mussolini correndo na nossa direção. Paramos de costas, fingindo que não era com a gente, e deixamos os russos passarem batido novamente. Saímos correndo na direção oposta. Em seguida eu acordei.

P.S: não bebi nem injetei nada antes de dormir.