quinta-feira, 13 de março de 2014

CRÍTICA BIGOTRON - Robocop

Bota na conta do Papa!

Quando eu soube que o diretor José Padilha, responsável pelos dois Tropa de Elite, seria o diretor do remake de Robocop, senti um misto de empolgação e medo. Afinal, Padilha já mostrou que é um diretor foda, mas será que ele conseguiria impor seu estilo de filmagem em Hollywood? Um diretor estreante em terras americanas, vindo de um país cucaracha e sem experiência no campo da ficção científica poderia ser facilmente dobrado pelos executivos FDPs de Hollywood para fazer mais um filme descartável e babaca como milhares de outros. A notícia de que o filme teria a famigerada censura 13 anos também esvaziou qualquer esperança que eu nutria por esse remake...

Pois bem: fui para o cinema com a expectativa lá embaixo...e me surpreendi. Sério, o Padilha conseguiu entregar um filmaço! Eu arrisco dizer que o filme é tão bom quanto o primeiro filme de 1987 (esqueça as continuações de merda e aquela série de TV ridícula), mas de uma forma diferente.

Para início de conversa, o Padilha fez exatamente o que prometeu: ele pegou a idéia central do filme original e seguiu por um caminho completamente diferente. Por isso é um tanto complicado comparar esse novo filme com o antigo dos anos 80. Nesse remake, a corporação Omnicorp (o nome completo da antiga OCP, caso você não tenha pescado) produz drones e robôs de combate, que são usados em guerras e missões fora dos EUA com o objetivo de poupar a vida de soldados humanos. O problema é que a Omnicorp está louca para usar esse maquinário dentro dos States para bombar seus lucros, mas, infelizmente, uma lei proíbe que drones e robôs sejam usados em solo americano. A corporação, então, pensa em um plano brilhante: eles irão pegar um homem mutilado e transformá-lo num policial robô, de forma que eles consigam burlar a lei e convencer a população de que uma polícia robótica é o "caminho do futuro". Não demora muito para aparecer na jogada o policial Alex Murphy, um policial honesto que investiga policiais corruptos e é alvo de um atentado, ficando completamente mutilado. A Omnicorp pega seu corpo e...bem, você já deve saber o resto da história.


Uma das grandes diferenças com o filme original é que agora o Robocop é produzido em cima do corpo VIVO de Alex Murphy (apesar de bastante mutilado). Ele, Robocop, é mostrado como um ser humano dentro de um corpo robótico que, apesar de todo o suporte tecnológico, ainda é humano e possui sentimentos. Esse detalhe deixou a história com um tom bem mais sombrio, pois são justamente os sentimentos de Murphy que fazem a Omnicorp pensar numa maneira de robotizá-lo ao longo do filme, de forma a deixá-lo como uma máquina mais "fria". Isso acaba gerando um belo Paradoxo de Tostines: Robocop é um robô que pensa que é humano ou um humano que pensa que é um robô? Isso leva a uma cena em que o Robocop é desmontado para Alex Murphy saber o que restou de seu corpo original, e ela é simplesmente fodástica.

Assim como no filme dos anos 80, a crítica política-social desse filme é bem presente e dá uma cutucada escrota no modo de vida americano. Logo no comecinho do filme vemos drones patrulhando as ruas do Irã (e metralhando adolescentes...); a fábrica da Omnicorp fica na China no meio de uma plantação de arroz com agricultores miseráveis e a população americana é mostrada como um bando de idiotas pessoas facilmente manipuláveis pela mídia. Enquanto a crítica social do filme original beirava o humor negro, no filme de Padilha a coisa toma um rumo mais crítico e politizado, mostrando conteúdo em um blockbuster de censura baixa, coisa raríssima nos dias de hoje. 




Aliás, esqueçam o mimimi generalizado de que o filme ficou uma merda por ter censura 13 anos. Sim, o filme não tem aquela violência truculenta do filme de 1987, mas isso não estraga o filme de maneira alguma. Se serve como uma forma de tranquilizá-lo, saiba que o Robocop mata bandidos, e mata bastante. Mas nem pense em ver cabeças explodindo e ver litros de sangue espirrando pela tela. São mortes mais lights, se é que você me entende. Até mesmo a mão humana do Robocop, que gerou pitis homéricos pela internet afora, tem toda uma razão de existir nesse novo filme. Fiquem tranquilos que a explicação faz todo o sentido.

Enfim, deixem de lado as comparações com o filme de 87 e vejam esse filme sem ódio no coração. Vocês terão uma bela surpresa! O final desse filme, na minha humilde opinião, é um verdadeiro chute no saco de qualquer norte-americano.


NOTA DO FILME: 4 bigodes (de 5)


* BÔNUS: José Padilha participa do programa Roda Viva da TV Cultura e fala como foi filmar Robocop nos States e da produção de seus filmes antigos (incluindo aí os dois filmes de Tropa de Elite), além de outros assuntos:

)

PARTE 2

PARTE 3

PARTE 4

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Batman vs Terminator

Esse curta de animação foi produzido por um fã. Nele vemos um Batman velhaco lutando contra os Exterminadores em um futuro apocalíptico. Assistam aí, pois ficou foda!



Como esse curta é fan made, não duvido nada que a Warner resolva encher o saco e peça para o Youtube retirá-lo do ar (afinal de contas, não é um produto "autorizado"). Portanto, assistam enquanto é tempo.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

O recheio da Marrom Bombom




Texto enviado por Dick Dickson


Segunda-feira. Após comer a gordinha fedida na sexta, cheguei no escritório louco para arrancar o escalpo do Expedito. O cara tinha me recomendado uma mulher tarada, mas a infeliz tinha uma buceta mais fedida que mictório de rodoviária. Será que ele sabia disso e não me contou para me sacanear?

Lá pelas 10 da manhã eu desci para fumar um cigarro e averiguar essa história.

- Faaaaaala, doutor! Tudo certinho? - perguntou Expedito.
- E aí.
- Ei, que desânimo é esse? Achou a gordelícia que te falei??
- Sim, saí com ela na sexta. Essa mina é mesmo gostosa e safada como você disse, mas com uma buceta mais fedida que a merda que caguei hoje cedo.
- Puxa, doutor! O senhor tá falando sério?
- Sim, muito sério. Pensei em lavar minha mão com gasolina para tirar aquela nhaca de buceta podre da garota. Tava foda.
- Doutor, toda vez que comi ela tava tudo cheirosim. Acho que o doutor pegou a moça num dia ruim.
- É. Ela deve ter cagado pela buceta e esqueceu de limpar.
- Hehehehe! Doutor, o senhor é o primeiro que reclama do cheiro dela. Nem meus amigos mais chegados falaram de nada parecido com isso! Nunca tive problema de cheiro com essa moça.

Olhei bem para a cara do Expedito e percebi que ele estava sendo sincero e falando a verdade. Ao que tudo indica eu comi a gordinha em um dia que ela esqueceu de usar Vagisil. Ou esqueceu de tomar banho. Ou sei lá o quê.

- Mas doutor, tenho outra dica duca. Vai querer? - continuou Expedito.
- Jura que presta dessa vez?
- Claro! Você costuma rodar pelo Conic naquelas partes de baixo depois do restaurante chinês?
- Sempre.
- Então, tem uma negona lá que é uma delícia. Chamo ela de Marrom Bombom.
- Marrom Bombom?!
- É, daquele pagode dos Morenos. Música é linda que nem ela.
- Se você tá dizendo...mas como ela é?
- Negona, baixinha, trancinha no cabelo, perna super musculosa e bundão. Peitão de prástico (o Expedito chamava silicone de "prástico").
- Algumas trancinhas estão pintadas de azul?
- É essa aí!
- Ela é bonitinha mesmo. Mas aí, a foda é boa?
- Ô doutor! Aquela negona é fodão garantido. Vai por mim que o senhor se dá bem.
- Vou me dar bem que nem com a gordelícia, né?
- Não, não. Com essa será mais melhor de bom! Vai por mim, doutor. Mina topa tudo sem frescura.

Como o Expedito tinha dado o carimbo de "foda boa", resolvi verificar ao vivo se a moça era essa coisa toda. Pelas 20h eu saí do escritório, liguei para minha noiva e disse que ia jogar uma sinuca com os amigos do trabalho. Peguei o carro e toquei para o Conic.

Dei umas voltas e achei as mesmas caras feias de sempre. A gordelícia fedorenta estava lá, com cara de cansada e aguardando algum cliente. A tia gorda peituda do vestido amarelo também, assim como várias outras. Finalmente passei pelo ponto da Marrom Bombom, mas não vi ninguém. "Merda!", pensei. Quando estava dando a volta para ir embora, vejo a Marrom Bombon descendo pela pista, vindo da direção da rodoviária. A moça andava graciosamente, balançando suas trancinhas e soltando um sorrisão de empolgar qualquer cidadão. Suas pernas estavam praticamente nuas e os músculos das coxas se contraíam a cada passo, como se fosse uma égua galopando nos pampas gaúchos (fui um poeta agora!). Hipnotizado, acelerei meu carro e abordei ela no meio do caminho.

- Boa noite, linda! - falei.
- Oiiiiiiiiiii! O que vai ser hoje, gato?
- Quanto é para a gente...(tentei ser romântico)...namorar gostoso?
- 40 no carro. 60 completinho.
- Ôpa! Rola tudinho no completo?
- Siiiiiim.
- E quanto seria para a gente namorar em motel?
- 120. Para você eu faço 100. E completinho.

Toda vez que ela falava "completinho" eu me segurava para não gozar nas calças. Como a moça era tudo de bom, pensei que seria uma desperdício comê-la no carro. Era melhor levá-la em algum ambiente com cama e espaço de sobra para aproveitar toda aquelas fartura afro-gostosa.

- Gata, conhece algum local mais próximo para a gente namorar? O setor de motéis é muito longe e não posso demorar para chegar em casa. A patroa vai reclamar - eu disse.
- Olha, tem as pousadinhas da Asa Norte. Topa?
- Já ouvi falar. Prestam? São limpinhas?
- São bem limpinhas e organizadinhas. Você vai gostar.
- Então entra.

A moça entrou no carro e toquei para o rumo da Asa Norte. Mesmo com toda minha animação, eu já sabia que as pousadas da Asa Norte eram uma verdadeira furada. Todas as conversas que eu ouvia a respeito das pousadas eram de dar medo: os locais eram feios, sujos, mal localizados e serviam de ponto de foda para todas as putas e travecos dos arredores. Um amigo já tinha me contado que ele foi numa pousada que a porta não fechava e havia uma camisinha usada em cima da cama. Tenso, muito tenso. Mas como eu estava hiper empolgado em trucidar a morena, ignorei todo o lado ruim desses ambientes (como se houvesse um lado "bom"...).

Segui as orientações da garota e cheguei na pousada indicada por ela, a XXX [ NOTA DO EDITOR: Para evitar maiores problemas, apaguei o nome e localização do refinado estabelecimento]. Na porta da pousada haviam duas putas gordas horríveis fumando. Uma delas encarou a Marrom Bombom com desprezo (inveja?), que fingiu ignorar aquilo e me puxou escada acima. Chegando na portaria vejo um cara magrelo com pinta de cearense e um travesti musculoso com a cara cheia de espinhas. O travesti soltou um sorrisinho para Marrom, como se já conhecesse ela de outros carnavais. Ela, por outro lado, devolve o sorriso gentil com uma piscadinha de olho.

- E aê? - pergunta o magrelo nordestino.
- Vê um quarto para gente. Devo sair em 1 hora - responde a Marrom Bombom.
- É 15 conto. Tem que pagar agora.

Tirei 15 reais da carteira e entreguei para o nordestino.

- O quarto é no fundo. Só seguir reto - falou o magrelo.

O travesti feioso, que parecia o Wanderlei Silva com aplique, me encarou com um sorrisinho safado. Senti um calafrio na espinha e tratei de puxar a Marrom pelo braço por um corredor coberto de azulejos quebrados e tomadas com fios expostos. As paredes eram pintadas de azul bebê e havia infiltração e tinta descascada por todo lado. O cheiro de mofo também era irritante.

Chegando no quarto liguei rapidamente a luz. O quarto era minúsculo e só havia espaço para a cama e uma cadeira velha de escritório ao lado dela. No cantinho havia um micro banheiro, que possuía apenas uma pia e a privada. Sentei na cama (na verdade um trambolho com dois colchões velhos empilhados) e notei que era macia demais, mas servia bem para uma foda rápida. O chão do quarto estava limpo, dentro da medida do aceitável. Menos mal. "Vem aqui, gato", sussurrou Marrom me abraçando. A moça começou a dar bitocas no meu rosto e evitava a todo custo contato com minha boca. Isso era um mau sinal. Antes que eu pudesse reclamar de algo, a moçoila abriu meu zíper, tirou meu pau para fora e já sacou uma camisinha da bolsa. "Você vai gostar", disse Marrom com cara safada.

A partir daí começam meus problemas: a moça se ajoelhou e iniciou um boquete totalmente frio e mecânico, sem o menor sinal empolgação. Como eu ODEIO sexo mecânico, minha animação demorou para vir e meu pau ficou meia bomba por um bom tempo. "Tá, tira a calcinha e fica de quatro na cama", eu disse. A moça prontamente me obedeceu, mas pegou um tubo de KY e tratou de lambuzar toda a buceta com o lubrificante. Além de sexo mecânico, nada me irrita mais que comer uma mulher que enche a buceta de KY. É a mesma coisa que enfiar o pau numa gelatina saída da geladeira! Mas OK, me concentrei e enfiei meu pau meia bomba naquela geléia de xoxota. Sentir aquele KY gelado dentro daquela buceta arrombada não ajudou em nada a manter meu tesão cambaleante. Meu pau amoleceu mais rápido do que miojo em água quente. Marrom sentiu meu tesão indo embora e se levantou da cama.

- O que foi, gato? - perguntou Marrom.
- É....nada.
- Você deve estar nervoso, peraí.

Marrom pega a bolsa e tira uma pica de borracha do tamanho do meu antebraço.

- Ei, que merda é essa? - perguntei.
- Gato, se quiser eu uso em você. Você vai adorar. Aliás, todo cara adora!
- E de onde você tirou a ideia que vou querer uma porra desse tamanho no meu cu?
- Bom, seu tesão não está grande coisa. Você pode estar querendo algo diferente e está com vergonha de falar, né?
- Mina, você tá me zoando?
- Claro que não. Se quiser eu chamo a Michele lá fora para participar da nossa brincadeira.
- Michele?
- Sim, aquela boneca que estava no balcão de entrada.
- Aquele traveco?! Porra, mina, você tá me tirando de tempo! Bora parar logo com esse papo...fica de quatro de novo que vou metralhar seu rabo!

Sem pestanejar a mocinha fica de quatro e lambuza seu lombo marrom com KY (de novo ele!). Ajeito meu pau borrachudo no orifício glúteo e pressiono. Meu pau entra com facilidade e logo inicio os trabalhos de vai-e-vem dentro do reto da moça. O buraco estava apertado e quentinho e meu tesão retornava vagarosamente, como se tivesse ressurgido das trevas. "Agora siiiiim", pensava eu alegremente. Mas, enquanto me concentrava nas sensações, comecei a sentir um cheiro de bosta impregnar o minúsculo quartinho. Olho para baixo e noto que a mulher tinha cagado toda a minha camisinha. A bosta marrom já estava em um estado pastoso e era adornada com enfeites coloridos dos mais diversos tipos, como casquinhas de feijão, milho e pimentão. A coisa estava grotesca.

- Porra, você tá me cagando todo!!! - gritei.
- Ai, desculpa!!!

A garota se levanta e rapidamente retira minha camisinha cagada do pau.

- Puxa vida, desculpa! Vou ali me limpar, espera um pouquinho.

A moça corre para o micro banheiro e fecha a porta. Só um detalhe: o trinco da porta estava quebrado e a porta ficava entreaberta. Isso não seria um grande problema se ela fosse apenas lavar a mão na pia...mas, para minha sorte, a moça resolveu cagar. Sim, cagar! Como o quarto era minúsculo, eu ouvia perfeitamente os "prrrrrr" e "ploft" da cagada da cidadã.

Após uns 5 minutos ouvindo "plofts" a moça sai do banheiro. O cheiro de merda contamina o ambiente.

- Então, gato, vamos acabar o programinha? Agora estou limpinha!
- Olha só, podemos deixar para a próxima? Depois desse monte de bosta meu tesão foi pro saco. Sério.
- Ahhhhh, gato. Poxa, foi sem querer. Me descul...
- Tá, tá. Podemos ir embora?

Pago os 100 reais da moça, visto minha roupa e me apresso para sair daquele muquifo com a cagona. Na saída levo outra encarada sexy da Michele (o cover gay do Wanderlei Silva), entro no meu carro e acelero para deixar a menina em seu ponto no Conic. No caminho ela começa a conversar das vezes em que foi presa pela polícia, da pânico de contrair DSTs e da ausência de camaradagem entre as putas. Conversas altamente agradáveis, ainda mais depois de uma programa bosta (literalmente) daqueles.

Depois de deixar a menina no seu ponto, passo no posto de gasolina do SCS e bebo uma Heineken. Chego em casa e vejo minha linda noiva dormindo em posição fetal. Troco de roupa e dou um beijinho em seu rosto. "Pelo menos ela não me caga todo", penso com um sorriso no rosto. Deito ao seu lado e caio num sono profundo.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Como é ser homem

A Nivea Men soltou um comercial que mostra como é ser homem. Simplesmente genial!



Já revi esse comercial umas 5 vezes e sempre solto uma risada. Com certeza se tornou meu comercial preferido, tirando do topo o comercial do shampoo Head & Shoulders.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Ron Jeremy - Wrecking Ball

O ator pornô old school Ron Jeremy fez um vídeo parodiando o clipe "Wrecking Ball", da piranha porra-loca Miley Cyrus. É pura poesia:




Ah, você não conhece o tio Ron Jeremy? PUXA VIDA! Corra logo para os sites Xvideos ou Xhamster e digite o nome dele na barra de pesquisa. Você irá se divertir um bocado.

* BÔNUS: Já tem um vídeo que compara a paródia com o vídeo original, cena por cena. Clique aqui (é lindo!).

domingo, 26 de janeiro de 2014

Retomando as atividades

Aviso para nossos 6 (ou 5?) leitores: como os ajustes do nosso vindouro site andam muito lentos, vou retomar as atividades do Bigotron por aqui mesmo. O site está praticamente pronto, mas ainda precisa de umas correções no template para ficar 100%. Como eu não consegui fazer tudo por conta própria, repassei essa tarefa para alguns amigos, que são mais enrolados que fumo de corda. Já dizia o grande filósofo Sócrates: "Depender dos outros é uma merda".

Bom, é isso aí. E vamos torcer para o Blogger não ferrar a gente de novo.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Feliz Natal...


...e um próspero 2014 para os 6 leitores dessa budega!

Aproveitando a mensagem, gostaria de avisar que estamos correndo para terminarmos nosso site e abandonar de vez o Blogger, que está cada vez mais chato e carola. Até lá daremos uma pausa em nossas atividades por aqui (que já são lentas pra caralho, diga-se de passagem...).

Tenham fé que em 2014 a coisa será estáile para o Bigotron! Também tem o meu livro, que deve sair até dezembro de 2014. Aguardem!

sábado, 7 de dezembro de 2013

Rapidinhas

O BLOGGER ESTÁ ARREPIANDO GERAL





































Li ontem nos comments dos Melhores do Mundo uma coisa bem chata: um blog de humor tosco e vídeos escatológicos foi notificado pelo Blogger por ser um "blog de conteúdo adulto". Eis a mensagem que o dono do blog recebeu:

Você está recebendo esta mensagem porque é o administrador de um blog hospedado no Blogger identificado por ter conteúdo adulto, aplicaremos essa política e removeremos blogs com conteúdo de natureza adulta que estejam exibindo anúncios de sites de conteúdo adulto. Se seu blog adulto atualmente tem anúncios com conteúdo de natureza adulta, você deve removê-los o mais rápido possível, a fim de evitar qualquer possível violação dos Termos de Serviço e/ou remoção de conteúdo.

Atenciosamente, Equipe Blogger

Achei estranho essa notificação, pois, até onde eu sei, o site do camarada não possui anúncios de sites de conteúdo adulto. Esquisito, não? Enfim, tudo indica que o Blogger vai começar a degolar blogs que tenham conteúdo adulto a partir de agora. Como sou azarado e o Bigotron já ficou fora do ar por ser um "blog de spam", não irá me assustar se eles resolverem nos ferrar novamente (afinal, o que não falta aqui é texto com putaria e mulher pelada). Por causa dessas frescuras que eu cansei do Blogger e estou acelerando para terminar nosso site em um servidor próprio e não depender do humor de freira do Blogger. Também estou correndo para terminar o backup do arquivo do Bigotron e guardando uns textos bacanas para publicar lá no nosso site, como um texto inédito do Dick Dickson. Tenham fé em Chessus!


E O LIVRO DO BIGOTRON, PORRA?

















Vez ou outra alguém pergunta em nossos comments quando irá sair o bendito livro com o best of do Bigotron e Buldozer. Respondendo sem enrolação: em 2014 essa porra sai. Juro. Muita gente deve pensar que estou enrolando para lançar esse livro por pura frescura ou charminho, mas infelizmente não é por isso. O livro já está bem grandinho (mais de 200 páginas) e revisar ele sozinho está sendo um trabalho do inferno! Outra coisa que está me dando dor de cabeça são os contos inéditos, pois quero que o leitor tenha algo inédito que preste para ler e não apenas encheção de linguiça feita nas coxas. Estou fazendo tudo com calma para sair um troço bem feito e que valha R$150,00 o preço que for cobrado. Tenham paciência, o livrinho está ficando uma fofura...

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Parabéns, Blogger!



Como vocês devem ter percebido, o Bigotron ficou fora do ar por umas 2 semanas e quem acessava nossa página lia o aviso de que o blog teria sido excluído. Pois bem, a merda que rolou foi a seguinte: um robô do Blogger detectou que o Bigotron seria um "blog de spam" e, sem qualquer aviso prévio, o Blogger mandou nossa página para as cucuias (na verdade fomos para a "geladeira" deles, o que dá quase na mesma). Após mandar uma mensagem para o Blogger e encher o saco no fórum deles, o Blogger finalmente restaurou esse impoluto blog e me mandou a reconfortante mensagem de email abaixo:
Olá, Recebemos a solicitação relacionada a seu blog http://bigotron.blogspot.com/. Após nova análise, concluímos que seu blog foi equivocadamente marcado como violador dos Termos de Serviço pelo nosso sistema automático. Seu blog agora voltou ao normal. Pedimos desculpas por qualquer inconveniente que isso possa ter causado e agradecemos por sua paciência enquanto finalizávamos nosso processo de análise. Obrigado pela compreensão.

Atenciosamente, A Equipe do Blogger
É dose, né?

Mas como diria o ditado: "Deus fecha uma porta, o Diabo fecha as janelas e seu anjo da guarda inunda o ambiente para te afogar". Após essa palhaçada do Blogger, resolvemos colocar em prática um plano que estava programado só para o ano que vem: transformar o Bigotron em site! Siiiiiiim! O Bigotron vai virar site em um servidor foda, terá um visual completamente novo, tentará ganhar dinheiro de formas ilícitas de formas bem inusitadas e faturar várias cocotas. Pretendemos também duplicar nossa audiência (de 6 para 12 leitores), além de outras coisinhas que contarei mais para frente. 

O site já está em construção e em breve conto mais novidades para vocês. Fibra nessa porra!

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Façam jogos mais difíceis, PORRA! (2)

Battlefield 4

Acabei de comprar Battlefield 4 para PC, o jogo "UAU" do momento. Para jogos desse tipo eu costumo começar pelo modo single player antes de partir para o multiplayer, afinal, gosto de me acostumar com os controles antes de apanhar dos viciados online. Pois bem: terminei o modo single player em apenas 2 dias...e no nível HARD! Isso só pode ser sacanagem, não?

Como comentei em um post do ano passado, eu fico embasbacado de como os jogos de hoje são ridiculamente fáceis. Os inimigos são uns retardados, os saves e continues são infinitos, setas indicando para onde você deve ir, avisos na tela mostrando o que você deve fazer, quebra-cabeças boçais...porra, não dá! Será que é tão complicado assim fazer um jogo realmente difícil no HARD para quem quer um desafio maior? 

Me dá saudade dos tempos do Super Nintendo e Mega Drive, onde terminar um jogo era uma tarefa do diabo. Lembro da época em que zerei Flashback do Mega Drive e a galera da escola pensava que eu estava brincando, ou da manha para matar o "último chefão" (gíria da galera old school) de Altered Beast, chefão esse que todo mundo achava impossível. É, bons tempos que não voltam mais.

Estou pensando seriamente em fazer uma campanha online para implorar às produtoras de games que façam jogos mais difíceis. Será que eu fico sozinho nessa?


* BÔNUS: Por falar em Mega Drive, sabiam que ele completou nesse ano 25 anos de idade? Pois é, estamos velhos (e chatos). Leiam aí um texto bacana dos Melhores do Mundo a respeito desse saudoso videogame: