sábado, 23 de janeiro de 2010

SONHO BIZARRO - Amado Batista faz um cover do Bryan Adams




Tive um sonho bem esquisito ontem durante um cochilo após o almoço.

No sonho eu era um faxineiro que trabalhava em uma famosa casa de shows. Após dar uma limpeza na casa, que tinha TONELADAS de cascas de banana espalhadas pelo chão (não me perguntem como é que comeram tanta banana assim durante um show. Sonhos são estranhos mesmo...), fiquei sabendo que a atração do dia seria o cantor Amado Batista. Putz...

Em questão de minutos a casa encheu. A multidão estava incontrolável e gritava sem parar "A-MA-DO, A-MA-DO, A-MA-DO!". Não demorou muito e o Amado Batista subiu no palco, vestindo um belo terno azul marinho. Amado tocou uns acordes no violão e pega no microfone:

- Boa noite, galera! UHU! Como vocês devem saber, vou abrir o show hoje para um monte de gente. Só vai ter gente fera cantando aqui, UHU!

A platéia delirava com cada "UHU" do cantor. Amado continuou:

- Mas olha só: hoje eu resolvi abrir o show de um modo diferente. Vou começar cantando uma música do cantor Bryan Adams, "Hurry". Conhecem?
- [Multidão, em coro] SIIIIIIMMMMM!!!
- Então vamos lá! UHU!!!

Amado começa a cantar. A letra da música era assim:

Hurry,
Hurry,hurry,hurry
Hurry!
Hurry, hurry, hurry!
Hurrrryyyyyyyyy!!!
Hurry!
Hurry, hurry, hurry, hurry!
HURRY! HURRY, HURRY!
Hurry...hurry...

E nisso foram 15 minutos de música, com o Amado cantando junto com a multidão. A música só tinha "hurry" de letra. "Caralho, que música chata!", pensei. Como já estava entediado, saio de perto do palco e vou andar para outro canto. No meio do caminho me chamam para limpar o camarote, que estava muito sujo. Ao chegar lá, vejo várias cascas de banana no chão. "Porra, de novo casca de banana?", pensei. Antes de começar a catar as cascas de banana, observo que o camarote estava cheio de cantores de música sertaneja e heavy metal (!), todos de saco cheio com a música "Hurry". Chitãozinho e Xororó passam por mim reclamando:

- [Chitãozinho] Porra, como o cara tem coragem de cantar uma merda dessas? Só tem "hurry" na porra dessa letra!
- [Xororó] Aposto que ele não sabe cantar em inglês e ficou só no refrão.
- É, deve ser. Assim até eu canto! Vá se fuder!
- E eu acho que aquele Bryan Adams é viado...

Chitãozinho e Xororó saem do camarote resmungando. Começo a limpeza do camarote e encho 5 sacos de lixo com cascas de banana (e detalhe: não vejo ninguém comendo banana!). Ao carregar os sacos para fora do camarote, percebo que apenas uma pessoa está gostando da música "Hurry": James Hetfield, vocalista do Metallica. Ele cantava junto com o Amado e ainda batia cabeça! Dou risada dessa cena dantesca...e acordo.

P.S: Bryan Adams não tem nenhuma música chamada "Hurry". Nem tentem procurar. E antes que perguntem: odeio esse cara! Não faço idéia do motivo de ter sonhado com esse fresco.


domingo, 17 de janeiro de 2010

MULHERES SACANAS - A crente do rabo quente (FINAL)


(Para quem não leu as partes anteriores, clica aí: Parte 1 - Parte 2 - Parte 3)


Tudo estava indo muito bem na cama com a Dani, até que os chiliques da demente recomeçaram:

- [Dani] Pára tudo! PÁRA, PÁRA!
- O que foi??
- Eu não estou me sentindo bem!
- Como assim?
- PÁRA! PÁRA!
- Ah, relaxa, deixa eu lamber mais um pouquinho que você vai...
- [Cara de choro] Páraaaaa!!!

Eu paro de chupar a buceta de macaca da crente e deixo ela vestir sua calcinha. Ela se encolhe no canto da cama e começa a chorar.

- [Dani, chorosa] Desculpa...é que me lembrei de uma coisa que aconteceu comigo quanto eu tinha 12 anos...snif...
- [Puto pra caralho] O que foi que rolou?
- Quase me estupraram nessa época...foi horrível! Snif...
- E você tinha que lembrar dessa merda LOGO AGORA?
- Desculpa. Rolou...snif, snif...

Eu estava muito puto com aquela frescurada, mas AINDA estava de pau duro e melado. Era óbvio que eu não queria ir embora do motel sem comer aquela crente por todos os orifícios possíveis. Tentei, então, de tudo para acalmar aquela garota: conversei, beijei, abracei, dei cafungada no pescoço e dedadas no cu dela, mas...NADA funcionou! A menina continuava encolhida no canto da cama, chorando e me olhando com cara de coitadinha. Fui obrigado a apelar.

- Dani, na boa, falta 1 hora pra gente sair do motel. Eu tentei de tudo pra te deixar tranquila e com tesão, mas não rolou. Desisto!
- [Choramingando] Quer ir embora..?
- Claro que não, porra! Me empresta sua calcinha aí.
- Pra quê?
- Me empresta que você vai ver.

Dani tira sua calcinha e encolhe as pernas de uma maneira que escondia sua buceta (como se eu fizesse muita questão de ver aquele troço...). Pego a calcinha dela e enfio no nariz. Me deito e ligo a TV no canal pornô.

- [Eu] Agora fica quietinha que eu acabo rápido. Só fica calada, tá?
- [Me olhando com cara de bunda] ...

Começo a bater uma punheta sagaz cheirando aquela calcinha velha com fundinho melecado. Não demoro muito para gozar. "Bom, bora nessa", falo para Dani. Pago a conta do motel e deixo Dani em casa.

Agora uma pausa no texto para reflexão: você conhece alguém que já levou alguma garota para um motel e não comeu? Eu seria um cara iluminado? Deus me ama? Responda mentalmente, por favor...

Mas prosseguindo: depois dessa xaropada, estava claro para mim que era "game over". Eu teria que me esforçar muito para comer Dani e, sinceramente, ela não merecia metade desse esforço. Eu só tinha que virar homem e dar um chute na menina para acabar com essa palhaçada de uma vez por todas. Mas eu teria que dar o fim com estilo e de um modo bem sacana.

Bolei um fim "elegante" em minha cabeça e esperei dani ligar. O papo foi o mais previsível que eu poderia imaginar.

- Reinaldo, tudo bem?
- Ô!
- Olha, queria ir na sua casa para gravar mais uns CDs. Mas é só na amizade, nada de putaria, tá? Acho que já deu o que tinha que dar, né?
- Ah, claro...
- De manhã eu pinto aí, tá?
- Fique à vontade.

Na manhã do dia seguinte Dani aparece na minha casa. Ela usava uma camiseta justinha com um decote imenso.

- [Eu] Então você só quer gravar uns CDs, né?
- Isso.
- Sem putaria, né? Só na amizade?
- É. Mas por que você está me perguntando isso? Eu deixei bem claro no telefone!
- Era só pra confirmar mesmo. Queria ter certeza do que você falou.

Depois de uns 30 minutos ouvindo música e papos afins, Dani começou a me provocar...e a coisa descambou para mais um sessão de putaria na sala da minha casa, com muitas dedadas no cu e uma gozada na boca. Depois de limpar meu pau com papel toalha, encarei Dani enquanto observava meu dedo médio sujo de bosta.

- [Eu] Viu?
- O quê?
- Você disse que vinha aqui só para gravar uns CDs. Viu no que deu?
- Mas...mas...a culpa foi sua!
- Quem me provocou foi você. Nem tente me convencer do contrário. Eu sabia que as coisas iam rolar desse jeito.
- [Cara de bunda] M-mas...mas eu n-não queria...
- Mas fez. Você fala que não quer putaria, mas acaba fazendo. E nisso foram quase 2 meses nessa putaria e aguentando teus chororôs! Nem vou falar do que aconteceu no motel que estou com preguiça.
- [Nervosinha] Mas no motel eu me lembrei de uma coisa ruim! Isso acontece com qualquer uma!
- É, acontece todo dia. E justo comigo! Mas enfim: bora gravar logo esses CDs. De hoje em diante acabou a putaria de vez, entendeu? Agora sim a gente vai se ver na amizade, mas vamos ficar um tempo sem se ver. E vai ser SÓ amizade.
- [Atônita] ...
- E bora acelerar a gravação dessas merdas.

Gravei o que ela queria e mando ela embora.

Após duas semanas sem a gente se falar, Dani me liga. Era uma noite de sábado. A mulher chorava copiosamente.

- Reinaldo? Buáááááááá!!!
- O que foi agora?
- Eu...eu...eu...
- Desembucha!
- Eu estou grávida! Buáááá!
- De quem?
- É óbvio que é de você! Só saí contigo, seu grosso! Buáááá!!!
- Grávida? De mim? Olha, eu não gozo pelo dedo e nem pela língua. E mesmo que eu gozasse, eu acho que gozar dentro do cu não engravida.
- Seu grosso! Seu nojento! Estou falando sério! Buááá!!!
- Eu também. Sua menstruação atrasou, tá? É normal. Agora vou dormir. Inté.

Desligo o telefone. Na semana seguinte ela me liga e confirma que a menstruação tinha realmente atrasado. Enfim, o óbvio.

Mas resumindo essa novela: apesar dos pesares, mantive uma amizade com Dani após todas esses acontecimentos. Parece incrível, mas aconteceu. E logo após eu terminar minhas putarias com Dani, a garota resolveu aprontar. Como ela tinha sido expulsa de sua igreja (por culpa minha, vale lembrar) a mulher resolveu aproveitar o tempo perdido e saiu dando pra Brasília inteira! Para início de conversa, ela perdeu a virgindade no banco traseiro do Chevette de um mané que ela acabou de conhecer numa festa! E eu que fiquei mais de dois meses tentando comer ela...

Depois do cara do Chevette, foram kilômetros e kilômetros de pica que a menina encarou. Nessa jornada louca de putaria ela acabou encontrando vários dementes. Rolou desde um policial que gostava de levar fio-terra e gritar "ADORO ESSAS CRUELDADES!" até um cara afeminado que tinha vitiligo no pau. Essa história do vitiligo ela escreveu para o Buldozer sob o pseudônimo de "Xana com Dentes" (esse apelido fofo foi sugestão minha!). Esse texto merece ser lido:

As aventuras sexuais de Xana com Dentes

Achei bom ela ter encontrado esses dementes. Ela também tinha que sofrer um pouco!

Mas enfim, é isso. Em outra oportunidade eu volto a falar dela e conto das amigas gatinhas que ela tem (e nunca fez questão de me apresentar) e da vez que ela tentou ficar com todos meus amigos (sem sucesso).


FIM

P.S: Ela se curou do mau hálito depois de uns anos...

sábado, 9 de janeiro de 2010

Flairs - Truckers delight

Vejam essa animação sensacional com visual de videogame antigo. Coisa fina!

FLAIRS - TRUCKERS DELIGHT from 3rd Side Records on Vimeo.



Sim, eu já sei: esse vídeo não é novidade alguma (ele roda pela internerd desde o ano passado!), mas só agora que eu assisti, ok?

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Rapidinhas

RECADO GERAL

Feliz Natal (atrasado) e feliz ano novo para os 5 leitores que acompanham esse blog! Que 2010 seja muito melhor que 2009 e que chovam muitas garotas umidecidas e rapazes gotejantes na cabeça de vocês!!! Vamos encher acara de Brasilberg para nos trazer sorte!!!


"AVATAR" NÃO É ISSO TUDO QUE FALAM



Vi "Avatar" em um cinema 3d, como mandou o figurino. Enfrentei uma fila gigantesca para ver esse filme e até pensei em fazer uma "Crítica Bigotron" sobre ele, mas logo mudei de idéia. O filme não merece que eu perca tanto tempo assim com ele. Resumindo em poucas palavras: "Avatar" tem um visual maravilhoso e impecável, mas um roteiro bem chulé. Pegue a história de Pocahontas e misture com "Dança com lobos" que você terá a história de "Avatar". Tudo muito clichê e previsível. Nao chega a ser uma merda de roteiro, mas a coisa poderia ser beeem melhor. Aliás, tem umas coisas engraçadas no filme (lá vem SPOILER, garotada!):

- Todos os seres vivos do planeta Pandora têm uma "porta USB" para se conectarem com os alienígenas Na'vi. TODOS os seres vivos, aparentemente sem exceção. O que me encucou é que o animal mais sinistro e perigoso do planeta (uma espécie de dragão vermelho gigante com nome esquisito) também tem uma "porta USB". Porra, quem seria demente de se "conectar" com um bicho daqueles? Se ele tem uma "porta USB", supõe-se que ele seja conectado com alguma frequência. Ah, melhor não pensar demais nisso!

- Qual o sentido de uma empresa mineradora comandada por FDPs gananciosos gastarem grana e tempo com pesquisas para cima dos Na'vi se a empresa quer mesmo é fuzilar todo mundo e minerar o planeta inteiro?

- Qual o sentido de um robô gigante pilotável ter um faca? Sim, uma FACA! Me expliquem, por favor.

- Stephen Lang, o ator que interpreta o coronel Quaritch, já fez um filme ao lado do Adílson! Vejam: http://cdn2.sbnation.com/fan_shot_images/57706/gallrg_act_pubena.jpg. Porra, esse cara tem o meu respeito!

Não custa frisar que esse filme só tem de revolucionário o visual, algo que realmente impressiona. De resto, esqueça.

domingo, 27 de dezembro de 2009

MULHERES SACANAS - A crente do rabo quente (parte 3)


Recapitulando: eu estava me pegando com uma evangélica baranga, que tinha mau hálito, que não se depilava, que chorava depois dos amassos e ainda era virgem aos 23 anos de idade. É, Deus me ama.

Depois da chupada de buceta mal sucedida em minha casa e de aguentar vários chororôs e mimimis, decidi que aquela xaropada teria que terminar. Não precisei ligar para Daniele para marcar o fim de nosso "relacionamento", pois ela foi mais rápida no gatilho e marcou de conversar comigo na biblioteca da UnB. Ela avisou que queria conversar um assunto muito "sério".

Perto das 10 da manhã eu encontro Daniele em uma mesa da biblioteca da UnB. Ela bebia café em um copo descartável e a mistura do bafo dela com o cheiro do café gerou um aroma de Creolina que fritava os pêlos do meu nariz. Comecei a respirar pela boca para não sentir aquele cheiro de IML. Daniele me olhava com uma cara nada alegre.

- E aí, Dani? Qual é o papo sério?
- Eu...eu vou ser expulsa da minha igreja.
- Mas por quê?
- [Fazendo cara de coitadinha] É que...é que...a culpa é SUA! Por sua causa eu vou ser expulsa!
- Minha culpa? E o que foi que eu fiz?
- Nossos amassos. Só isso! Eu me senti culpada com essa putaria toda e tive que confessar tudo para o meu pastor.
- Como assim "confessar tudo"?
- Tudo. Tudo o que a gente fez.
- Todas as putarias?
- Sim!
- Em detalhes?
- É!
- Hahahahahahahahaha! Teu pastor deve ter batido muita punheta ouvindo essa conversa! Hahahaha! Tô imaginando o bicho de pau duro com a Bíblia na mão ouvindo você confessar. Hahahahaha!
- [Nervosa] Seu grosso! Seu NOJENTO! Estou falando contigo uma conversa séria e você vem com piada. Vou te falar, hein? Cara grosso!
- Ah, cadê seu senso de humor, fofinha? Na desgraça a gente tem que rir mesmo.
- [Quase chorando] Mas agora eu estou sem religião! Estou sem um templo para orar! É TUDO CULPA SUA! E na minha religião a gente...

Nisso a garota ficou quase 20 minutos conversando sobre religião e dizendo que eu era um cara ateu e grosseiro. Tentei achar uma brecha na conversa para poder dar um chute na menina, mas não rolou. Resolvi então desviar o rumo da conversa falando de uma coisa realmente boa: putaria.

- Dani, sem querer te cortar, mas me tira uma dúvida aqui.
- [Irritada] Hum, fala.
- Quando a gente se pegou naquele dia no carro, você ficou de quatro no banco do carona e me pediu para eu apertar sua bunda com força.
- Tá, e daí?
- Bom, você tem tesão por trás?
- Como assim?
- Você tem tesão pelo CU?
- [Sem graça e abaixando a cabeça] Hmmmmm...mais ou menos.
- Seja mais clara, por favor.
- [Sem graça ao extremo] É, eu tenho tesão por trás. Adoro que apertem minha bunda e brinquem com ela.
- Que brinquem com sua bunda?
- É, você entendeu! Mas você já está mudando de assunto.
- Já fizeram de tudo com sua bundinha?
- Quase tudo.

ÔPA! A menina tinha tesão pelo cu! UIA!

Minha manjuba ficou elétrica na hora. Após essa fantástica declaração, decidi adiar o término do meu "relacionamento" com Daniele e investir no cu da moça. Comer o cu dela poderia ser a recompensa por aguentar todas as chatices e aquele bafo de cabrito!

De imediato eu tentei dar uma cafungada no cangote da menina no meio daquela conversa chata, mas ela me barrou. Chamei ela para fora da biblioteca para tentar algo mais sórdido...mas ela não quis. Como ela não arredava o pé para fora da biblioteca, deixei ela falar da igreja por mais um tempo e falei que sentia muito por ela ter sido expulsa da igreja (claro que eu estava pouco me fudendo, mas enfim). Logo depois eu me despedi e fui embora.

Após essa conversa de índio, deixei Daniele de molho por um tempinho. Após 1 semana sem falar com ela, ligo para a Dani e convido ela para um barzinho. "Eu tenho um papo muito sério para falar com você também. Aguarde!", eu disse para ela. Na verdade eu não tinha nada de sério para falar com a Dani. Eu só queria mesmo comer o cu dela! Cá pra nós: eu merecia alguma recompensa por aguentar tudo aquilo. Não era possível uma pessoa sofrer tanto a troco de nada!

Pois bem: peguei Daniele em casa e fomos para um barzinho na Asa Norte. A garota estava super séria e não parava de repetir que a putaria tinha acabado, que agora era só amizade e blá, blá, blá. Mas depois de beber 3 doses de Seleta (ela AMA essa cachaça!), Daniele já estava mais...maleável. Com cana na cabeça a mulher já me olhava com cara de piriguete e percebi na hora que a noite iria render. Chamei ela para o meu carro e sugeri que a gente deveria "passear" em outro canto. Ela topa com cara de tarada. Sigo então para a Esplanada. Depois de uns amassos e mãos bobas, deixo a menina só de calcinha e começo a brincar com seu cu com meus dedinhos. Eram várias dedadas no cu de Dani com a mulher gemendo horrores. Após essas brincadeiras anais, tudo terminou com um boquete, com direito a gozada na cara. Um verdadeiro "ass to mouth", só que sem penetração. Lindo!

Após esse dia foram mais 3 semanas de putaria intensa na Esplanada. Dani tinha sido expulsa de sua igreja e já topava essas sacanagens sem reclamar e sem ficar com cara de choro. Como ela morria de dor ao ser tocada na buceta (lembrem-se: ela era virgem) nossas brincadeiras se resumiam a muitas dedadas no cu e boquetes com gozada na cara. Tudo muito legal, tudo muito fofo. Mas, apesar de tudo, faltava algo fundamental: pau dentro, vuk-vuk, PENETRAÇÃO! Essas putarias na Esplanada eram bem divertidas, mas ficar sem enfiar o meu pau dentro da moça era algo bem frustrante. O problema é que a menina morria de dor em qualquer tentativa de penetração na buceta, e no cu a garota simplesmente não aguentava meu "calibre". Junte a tudo isso a dificuldade de se fazer essas putarias no banco traseiro de um Kadett. É...eu realmente precisava de um local melhor para tentar comê-la.

Não demorei para pensar no local mais óbvio do universo: motel. Falei para Dani que a gente poderia se pegar em outro canto, que pegação em carro já tinha cansado e que um motel seria um local mais tranquilo para nós dois. Ela de imediato perguntou se eu prentendia comê-la (ela tinha pavor dessa idéia, pois estava com medo de sentir muita dor!) e eu já adiantei que nós iríamos fazer as mesmas putarias que já estávamos fazendo na Esplanada, só que no motel a coisa seria mais "bacana". Era óbvio que eu prentedia comê-la, mas preferi não entregar o jogo...

Agora pensem comigo: após 1 mês de putaria no carro, com dedadas no cu e vários boquetes, era certeza ABSOLUTA que essa menina daria para mim no motel, certo? Só era preciso um pouco de chamego e ar quente no cangote para a menina liberar aquela buteca de macaca, certo? CERTO???

Errado (de novo). Tinha que dar alguma merda.

Levei Dani para o motel em uma noite de sábado. Eu já estava com aquele clima de "já ganhou", mas tentava disfarçar. Comecei com um um beijinho aqui, uma mão acolá, um dedinho aqui...e deixei Dani só de calcinha. Mas eu queria mais.

- [Eu] Dani, queria te deixar toda peladinha...
- Não! Eu...eu não me depilei! Não tira a minha calcinha!
- Ah, mas não tem problema. Eu já vi ela uma vez. Nem é tão peluda assim [NOTA: era óbvio que eu estava mentindo!].
- [Fazendo cara de indecisa] Hmmmmm...

Fiz mais um chamego e tirei a calcinha de Dani bem devagar. Quando vi Dani totalmente nua, tive uma visão completa e clara daquele inferno peludo que ela apelidava de "vagina". Caros leitores, o negócio era horrível. Eu não tenha palavras para descrever o que eu vi! Além de muito peluda (ela devia estar mais de 1 ano sem se depilar, sem brincadeira), os pêlos eram grossos e encaracolados, que nem pêlo de peito de caminhoneiro. Para piorar, os pêlos se alastravam pelo interior da coxa e emendavam com os pêlos do cu. Tentei ignorar que aquilo era tão grotesco assim e puxei um tesão que estava escondido no interior do meu ser. Em seguida, botei a mulher de quatro e comecei a lambê-la. O probleminha dessa posição eram os pêlos do cu, que de tão volumosos formavam uma espécie de rabo de macaco que teimava em cutucar o meu olho. Mesmo assim eu não brochei e continuei lambendo aquela peruca vaginal, quando a merda começou:

- [Dani] Pára tudo! PÁRA, PÁRA!
- O que foi??
- Eu não estou me sentindo bem!
- Como assim?
- PÁRA! PÁRA!
- Ah, relaxa, deixa eu lamber mais um pouquinho que você vai...
- [Cara de choro] Páraaaaa!!!


Aguardem a parte final!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Beijos, me FORMSPRINGA.



-olá meus queridos, vejam o que eu consigo fazer !!


Olá, bigotrônicos. Tudo bem? Comigo vai tudo bamboosha. Minha vida anda realmente frenética ultimamente, e o twitter tem sido a única forma de interagir com a extraweb 2.0 desde então. Muitas transformações ocorreram nesse hiato de bloguxices: geograficamente, profissionalmente, filosoficamente, virtualmente e etc. Espiritualmente não, pois não acredito nisso, só uso como MERDÁFORA.

Não abandonei o bigotron, pelo contrário, continuo presente na coluna direita ali embaixo. É mister ressaltar a ausência de feedback e alhures, então lanço mais um canal pra me comunicar com meus queridos internautas, o FORMSPRING.

No meu formspring você pode me perguntar sobre qualquer coisa que estarei respondendo (telemarketing feelings) com toda polidez e atenção possível. Basicamente é isso, queridos:

Fat attention whore

E é.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Morre Luiz Carlos Alborghetti, o MESTRE



FONTE: G1

"Morreu nesta quarta-feira (09/12) o apresentador e ex-deputado estadual paranaense Luiz Carlos Alborghetti, informou o assessor Ricardo Alexandre Mianes. De acordo com ele, Alborghetti estava com câncer de pulmão e morreu em casa, em Curitiba, por volta das 13h. Como apresentador, ficou famoso por frases polêmicas como 'Bandido bom é bandido morto', e 'Cadeia neles já'. Alborghetti usava um cassetete durante seu programa na TV para criticar bandidos. 'Para ele, o cassetete representava a voz do povo. Quando ele batia, era como se o povo estivesse batendo', diz Mianes."


O post tá meio atrasado, mas está aí. Eu conheci o Alborghetti na época que ele apresentava o programa "Cadeia" no canal CNT, isso por volta de 1995. Puta merda, eu ria demais com aquilo! Com toalhinha em volta do pescoço e cassetete em cima da mesa, o cara comemorava aos berros a morte de bandidos e sempre arrebentava alguma coisa do cenário em seus momentos de fúria. Alborghetti era muito fibra!

E aqui cabe uma curiosidade: o apresentador Ratinho começou como repórter policial no programa do Alborghetti e muitas das coisas que ele faz hoje em dia (como usar um cassetete em seus programas e explodir de raiva encarando a câmera) foram copiadas do MESTRE. É, na TV nada se cria...

Fiquemos agora com um vídeo dos melhores momentos de seu programa:



Para fechar, uma pequena amostra de suas frases mais famosas, copiadas de seu blog oficial:

“A minha mãe era a maior putona que já vi, mas era putona do meu pai.”

“Índio Caboclo Dalborga diz que prostituta tem que levar cacete!”

“Eu cago e ando para opinião pública. E limpo a bunda para a sociedade com o dedo!”

“Não vai pra cadeia. Se vai pra cadeia, eu enfio um espanador na BUNDA, e saio FANTASIADO de CARMEM MI-RAN-DA! De São Paulo vou a Rio, e do Rio vou pra ponte que caiu!”


Alborga, descanse em paz!


*BÔNUS: Alborghetti comenta o filme "300" em seu programa de rádio. Ele chama o rei Xerxes de "Xanxas" e o rei Leônidas de "Nicolau". Imperdível.

sábado, 5 de dezembro de 2009

MULHERES SACANAS - A crente do rabo quente (parte 2)



Dia seguinte.

Depois de ficar com Daniele na Boate Garagem, me bateu aquele arrependimento mortal. "Porra, além de feia, ter bafo e só falar de igreja, a mulher goza e CHORA depois de uma chupadinha no mamilo. Pela madrugada!", pensei.

Não demora muito e o telefone toca. Era Daniele com voz de coitadinha:

- [Eu] Alô?
- Oi, Reinaldo. Aqui é a Daniele. Olha, queria te pedir desculpa pelo chororô de ontem...aquilo não foi culpa sua. Me descontrolei, tá?
- [Irônico ao extremo] Jura?
- É. Olha, quando eu bebo rolam essas coisas. Me desculpa, tá?
- É o jeito. Mas você tem certeza de que você melhorou?
- Sim, agora estou legal. Mas você me desculpa mesmo??
- Siiiiiiiiiiiiiiimmmmm!!!
- Ai, não precisa ser grosso!
- Só estou te zoando. E falando sério, você bebeu muito pouco para fazer aquele show todo de ontem, não acha?
- Eu sou fraca pra cachaça.
- Notei.
- Mas olha, bora fazer o seguinte? Estou no orelhão e meu cartão está acabando. Bora se encontrar na UnB pra gente conversar? Você é um cara legal e não queria que você tivesse uma imagem tão ruim assim de mim. Pode ser?
- Acho que rola. A gente combina melhor pelo ICQ, tá?
- Sim, sim! Bom, tenho que ir. Meu cartão tá acabando. Bei...

E a ligação cai. O cartão da menina acabou.

No decorrer da semana papeamos pelo ICQ. Entre muitos papinhos inúteis, combinamos de nos ver em uma lanchonete que vendia água de coco e pastel no fim do Minhocão. Como eu tinha dias em que eu tinha tempo livre de sobra entre uma aula e outra, achei que não seria tão ruim assim papear com Daniele para passar o tempo. As coisas não poderiam piorar muito, correto?

Errado.

Depois de 20 minutos papeando na lanchonete, a menina começou a me provocar...e logo fomos para o carro se pegar! E aqui vale uma pequena pausa na história: a menina era feia, tinha bafo de zebra leprosa, mas mesmo assim conseguia me dar um tesão louco. Isso é incrível! A mulher me olhava com uma cara de tarada que me tirava do sério...

Mas prosseguindo com o calvário: ao chegar no carro as coisas não deram lá muito certo. Depois de um belo amasso e da mulher ficar de quatro no banco do carona (ela queria que eu apertasse a bunda dela com força!), a coisa descambou para uma semi-putaria. Ou algo próximo disso:

- [Eu, apontando para o pau duro para fora da calça] Olha só o que você perdeu lá na Garagem.
- Ai, não posso olhar isso...é pecado!
- Pode ser, mas pega um pouquinho.
- [Fazendo biquinho] NÃO!
- Então vem cá dar uma cheiradinha. Vai...custa nada. Só pra você sentir o cheirinho!
- Hmmmm...
- Vai, só uma cheiradinha! Que pecado tem nisso?
- É, pensando bem...mas só vou cheirar, tá? Olha lá...

Daniele se aproxima e dá uma cafungada na cabeça do meu pau. Ela solta um "UIIII" e cai de boca na minha jiromba com voracidade. "Opa, agora a coisa vai!", pensei. Mas o boquete da mocinha não dura nem 1 minuto. Daniele larga meu pau e começa a chorar:

- [Descontrolada] EU NÃO DEVIA TER FEITO ISSO! EU NÃO DEVIA! BUÁÁÁÁÁ!!!!
- Olha, não precisa chorar. Foi só um boquetinho besta!
- BUÁÁÁÁ!!! Ai...ai minha MÃO! Minha mão tá t-travada! Não consigo mexer ela direito! I-isso é um castigo divino! Só pode ser!!! Deus já está me castigando!!! BUÁÁÁÁÁ!!!!
- Puta merda! Será que você pode parar? Sua mão ficou com cãimbra, isso é a coisa mais normal do mundo. Para que esse chororô todo?
- DEIXA EU CHORAR, PORRA! BUÁÁÁÁÁ!!!!!
- ...

Fiquei no estacionamento da UnB assistindo a xarope chorar. Quem passava por perto olhava a cena assustado. Depois que ela se acalmou, me despedi e deixei ela no Minhocão para assistir minha aula. "Nunca mais vejo essa doida. Chega", pensei.

No dia seguinte a menina me liga. A conversa seguiu o mesmo script de dias anteriores: ela pedia desculpas pelo choro, achava que eu era muito legal e não deveria torrar minha paciência, que ela é legal também e se descontrolou, blá, blá, blá...e lá pelo fim da conversa ele pede para vir aqui em casa para gravar uns CDs. Putz.

- [Eu] Você quer gravar o que?
- Você tem muita coisa de anos 80. Queria montar uma fita com umas musiquinhas, hihihi!
- Tá. Olha, vou ter um tempinho livre amanhã de manhã. Mas não é muito tempo. Acho que dá para você escolher algumas coisas.
- Tudo bem. Mas só avisando: nada de putaria, tá? A gente vai se ver só pela amizade! Minha religião não permite essa putaria toda. Não dá certo!
- Tudo bem.

Aproveitando meu ócio, resolvi dar mais uma chance para a demente. Na manhã do dia seguinte, Daniele aparece na minha casa pontualmente às 9:30 da manhã. Sua roupa não era NADA comportada: um vestido tubinho curtíssimo com um decote que deixava seus peitos saltando para fora. "Isso vai dar merda", pensei. Daniele entra, senta-se perto de meu aparelho de som e começa a vasculhar meus CDs. "Nossa, você tem muita coisa legal! Bota isso pra tocar, vai!", dizia ela. Fui botando vários CDs para tocar, enquanto ela fazia uma listinha do que ela queria gravar.

Depois de uns 30 minutos ouvindo música e conversando papinhos bestas (com meu nariz aguentando aquele bafo de jacaré necrófilo) , Daniele começa a me olhar com aquela sua típica cara de tarada. De quebra ainda me mostrava a calcinha com as pernas entreabertas. Uh...

- [Eu] Bela calcinha.
- [Fazendo cara de safada] Hmmmmm...gostou?
- Ô!

Parto para cima da menina e deito ela no chão. Abro suas pernas e boto sua calcinha de ladinho. Ao fazer isso, tive mais uma surpresa. Um verdadeiro tufo de cabelo surge de dentro da calcinha. Não, tufo é pouco. Pense numa verdadeira moita de pêlos negros encaracolados, algo como uma selva de Bombril de fazer a
Claudia Ohana se morder de inveja. Olhei aquilo assustado e Daniele fica sem graça.

- [Daniele] É que tem tempo que eu não me depilo...
- [Ironia extrema] Não me diga!

Dou uma dedada na buceta, mas ela faz cara de dor.

- Ai, devagar! E-eu...eu sou virgem.
- [Boquiaberto] Oh!

Virgem. Puta merda, além de tudo a garota era VIRGEM! JESUIS! Mas enfim. Como ela sentiu dor com as dedadas, decido cair logo de boca naquela buceta de urso no cio. O problema é que era tanto pêlo que eu tive dificuldade de saber onde começava a buceta e terminava o cu, sem falar que era complicado chegar no clitóris sem engolir uns 600 pentelhos pelo caminho. Mesmo assim, depois de muito sacrifício, eu consegui achar o grelo da garota com minha língua de sucuri faminta. Ela gemia sem parar com minhas lambidas e melava toda minha boca. Mas para completar toda a desgraça, a buceta da menina era mais azeda do que limão verde com vinagre. É, colegas...foi tarefa de MACHO encarar aquilo ali.

Quando a garota estava perto de gozar, escuto um barulho na porta. Era minha mãe voltando do mercado.

- Se levanta rápido. É minha mãe!
- AI!

Daniele se levanta rapidamente e ajeita a calcinha. Eu limpo minha boca na camisa e minha mãe entra de sopetão. Daniele se apresenta para minha mãe e fala que é uma "super amiga" minha. Em seguida minha mãe dá um beijo no meu rosto e segue para dentro com as compras.

Gravo as músicas que Daniele queria em uma fita e logo ela vai embora. Minha mãe chega na sala uns minutos depois.

- Filho, sua amiguinha é feia, hein?
- É verdade.
- E vem cá, o que você passou no rosto? Na hora que te beijei eu quase caí para trás. Sua cara está fedendo!
- É que...hum...Daniele me deu um beijo molhado no rosto. Deve ser isso.
- Tá certo. Mas que baba fedida dessa moça, né? Pede para ela procurar um médico. E limpa seu rosto no banheiro!
- Claro, mãe.

Minha mãe beijou a buceta de Daniele por tabela. É, eu tinha que dar um fim nessa situação ridícula.

Continua...

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Rapidinhas

A PLAYBOY DA FERNANDA YOUNG ME SURPREENDEU...




Quando eu ouvi a notícia de que a Fernanda Young iria posar nua, pensei na seguinte equação: mulher pseudo intelectual + fotógrafo fresco da Playboy + fotos sem buceta = Playboy Lixo. Mas por incrível que pareça, nessa Playboy vemos buceta em vários ângulos, com direito a beijo lésbico e foto de perninha aberta! UIA! Será que os editores da Playboy voltaram a ser homens? Eu não sou muito fã de mulher modernete cheia de piercings e tatuagens (é tanta tatuagem que a Fernanda parece um gibi ambulante!), mas tenho que admitir que a Fernanda é bem bonita e gostosa aos seus 39 anos. Meu carequinha se melou com as fotinhas!

Eu até queria mostrar algum link com as fotos dessa Playboy, mas isso vai contra meus princípios. O mesmo eu digo de links para fazer o download das fotos. Isso é feio, ilegal e vai contra as regras do Google Adsense, a empresa internacional que me deixará milionário daqui a 89 anos.


MASSACRATION DÁ ENTREVISTA PARA A TV UOL

A melhor banda de heavy metal do universo dá uma entrevista exclusiva para a TV UOL. Detonator e Blondie Hammet falam merda sem parar respondem as perguntas do internautas em 1 hora de entrevista. Vejam aí:



Alguns momentos da entrevista:

"Lady Gaga? Ah, aquela que a gente fez bacanal! Sim, ela é uma menina muito boa (Detonator)."

"Tenho fetiche com a Preta Gil (Detonator)."

"Qual é a segunda melhor banda de heavy metal do mundo? Isso não existe. Ocupamos as 9 primeiras posições. Na 10ª eu poderia indicar alguém, mas agora eu esqueci quem pode ser (Blondie Hammet)."

"Quando eu me vejo no vídeo eu...sinto coisas (Detonator)."



MUITOS POSTS NO FORNO

Aguardem pela segunda parte da "Crente do rabo quente", por mais episódios de "Lendas da Terra Baixa" e a volta de Adílson. Só falta tempo para terminar de escrever essas maravilhas literárias. Relaxem.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

MULHERES SACANAS - A crente do rabo quente (parte 1)



Quem acompanha meus textos há um bom tempo deve ter notado que eu sou um cara muito azarado com mulheres. Os posts da "Menina da buceta colada" e o famoso "A psicótica do ICQ" estão aí de prova. Esse post de agora, entretanto, bota esses citados posts no chinelo. A garota que será mencionada nesse post é tão bizarra, despirocada e esquisita que eu não sei nem por onde começar a história.

Aliás, já era bom adiantar algumas coisas:

1) Essa história é 200% verídica. Não inventei nada do que será contado aqui. No máximo alterei alguns nomes para preservar a imagem de pessoas e/ou instituições. Como diz o ditado: quem tem cu tem medo.

2) Caso você duvide de alguma coisa que será relatada aqui, lembre-se de outro ditado meu: o mundo é dark, muito dark.

3) Mulher de internet é tudo demente. Sem exceções.

4) Esse post irá estragar seu dia. Vai por mim.

Agora vamos deixar de lorota e ir logo ao assunto.

Por volta de 2002 eu ainda cursava a UnB e o Buldozer estava a todo vapor, com uma média de 1500 leitores por dia (bons tempos...). O Buldozer tinha atualizações constantes, gerava brigas homéricas nos comments e muito ódio na nossa caixa de correio. Mas faltava alguma coisa. "Porra, esse blog podia render mulher pra gente, né?", disse o Corba uma vez. "Pois é. Só macho xingando a gente é bem sacal", respondi.

Um belo(?) dia, recebemos na nossa caixa de correio um alegre e-mail de uma garota chamada Daniele (nome fictício). O e-mail era mais ou menos assim:

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"Oi Buldozers! Li um texto no blog de vcs q eu amei. O Reinaldo escreveu sobre a última festinha da Biologia na UnB q ele foi e eu achei o texto muito engraçado! Hahahaha, é sério! Ri pra caramba! A gente bem que podia se conhecer ao vivo, né? Eu também sou de Brasília. Aproveito a mensagem para mandar uma foto minha. Fico no aguardo da resposta de vcs.

Beijosssssssss
sssss!
Dani"
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A foto que veio em anexo mostrava uma mocinha bonitinha entre duas garotas também interessantes. Essa bonitinha era a tal da Daniele. Ao mesmo tempo que eu me animei, também dei aquela brochada. Sabem como é: menina de internet muito solícita e que já chega mostrando foto não é um bom sinal, ainda mais quando isso ocorre por meio de um blog (lugar de desequilibrados por natureza). A história da psicótica do ICQ tinha começado de modo parecido...

Lembro de ter puxado um papo com o Corba sobre a garota:

- [Eu] Bicho, viu o e-mail daquela Dani?
- Vi. Ela te achou engraçado. Coitada.
- E tu viu a foto dela?
- Vi. É bonitinha, mas nada demais.
- Eu também achei a mesma coisa. Ela falou que quer conhecer a gente. Você anima?
- Já estou saindo com uma garota, cara. Tu anima de conhecer essa mina?
- Acho que sim. Estou solteiro e de bobeira.
- Então boa sorte. Eu tô fora. Depois você me conta se é mais uma doida pra entrar na sua lista.
- Tá.

Logo tratei de responder o e-mail da Dani e trocamos telefones e ICQs ( Será que alguém aí ainda usa ICQ? Nossa, como eu tô velho...). A menina era bem legal e simpática nas conversas via tel e computador, mas como ela estava muito ocupada com a UnB (ela cursava Contabilidade), nunca rolava da gente se encontrar ao vivo.

Após muitas tentativas, finalmente aconteceu: combinamos de nos encontrar numa noite de sexta-feira para bater papo e nos conhecermos melhor. Eu buscaria ela em casa e iríamos para um barzinho que ficava na comercial da quadra dela. Programinha básico.

Cheguei na XXX Norte pelas 20h e peço para a Daniele descer. Quando vejo a garota sair pela portaria, eu quase enfarto. Meu intestino se revira e tenta saltar pela boca. Meus olhos lacrimejam sangue. Caros leitores...a menina era muito feia ao vivo. Não, feia é pouco: a guria era medonha, HORRÍVEL, BARANGUÉSIMA! A "bonitinha" da Daniele era baixinha, magricela, ligeiramente corcunda, tinha um nariz amassado, pernas de caubói (meio arqueadas) e uma mandíbula protuberante tipo cachorro buldogue. Ela não lembrava em nada a garota da foto que veio por e-mail. Sério, era coisa de outro mundo. Eu sempre duvidei de pessoas feias que poderiam ser fotogênicas, mas naquele dia eu mudei radicalmente de opinião!

A minha cara de susto era tamanha que cheguei a assustar a garota:

- [Depois da apresentação inicial e dos 3 beijinhos] Reinaldo, aconteceu alguma coisa? Você tá com uma cara muito estranha.
- É que...é...que eu pensei que você fosse mais alta. Isso, mais alta!
- [Sem graça] É, mas eu sou baixinha. Hehehe...
- Mas na foto você parecia ser alta. Bem alta!
- Impressão sua, hehehe.
- [Tentando disfarçar a cara de decepção] Bom, vamos pro barzinho então?
- Claro.

"Vou ser simpático e cair fora. Se for para olhar gente feia, tenho espelho em casa", pensei com meus botões. Fomos a pé para um buteco próximo e pedimos uma cerveja. Daí veio a conversa padrão de bar: o que faz da vida, o que gosta de fazer nas horas vagas, para onde costuma sair, que tipo de música gosta de ouvir...e daí começaram a pipocar as surpresas:

- [Dani] ...eu não sei se você notou, mas sou evangélica.
- É?
- Sim. Sou da igreja XXXXX.
- [Cara de decepção ao cubo] Sério???
- Por que essa surpresa?
- Bom, eu pensei que a mulherada dessa igreja só andasse de saião comprido, cabelo até a cintura, não usasse maquiagem e tal. Coisa de gente radical mesmo! Você não parece fazer parte disso.
- Não, não. Nada disso! A gente se veste normal e curte a vida. Eu, por exemplo, adoro sair para micarê e dançar axé. Adoro festa e sair pra dançar. Não tem nada a ver ser evangélico e ficar trancado em casa!
- Ah, tá.

No meio da conversa, notei outra coisa pitoresca em Dani: a mulher tinha um bafo macabro. Imaginem o bafo de quem acabou de acordar misturado com aquele mau hálito de quem fica muito tempo sem comer. Era uma coisa maligna. Em alguns momentos que eu tinha que botar a mão no nariz para tentar evitar aquele futum, mas não adiantava nada. Era uma tortura!

- [Dani] E falando em festa, tem um lugar que sou doida para conhecer.
- Que lugar?
- Boate gay. Todo mundo fala que é muito divertido.
- Já fui na Boate Garagem. É legalzinha.
- Jura? Mas...você é gay?
- Claro que não, porra! Fui lá umas três vezes, com amigas. Eu estava sem ter o que fazer e acompanhei elas. O ambiente é legal, mas aquela viadada se pegando é um porre de ver [NOTA: já contei essa história lá no Buldozer. Depois eu procuro o link desse post].
- [Histérica] Ah, bora lá comigo! BORA! BORA! Sou morta de curiosidade de conhecer a Garagem!
- É, a gente pode ver se rola semana que vem. Bora ver.
- Isso! Anima aí! Quero ir lá contigo! UHUUU!

Uma garota feia, evangélica, com bafo de cadáver e que tinha curiosidade de conhecer uma boate gay. É, eu mereço.

Como o papo já tava ficando chato, falei que estava com sono e tratei de pagar a conta. Já na frente da portaria do bloco dela nos despedimos e a menina me solta um olhar sexy (ou algo próximo disso). Como a gente se falava numa distância curta, eu tentava respirar pela boca para não sentir aquele bafo de morta-viva.

- [Dani] Ei, não esquece da boate gay! A gente vai lá, né??
- Vamos ver como tá meu tempo nessa semana. Qualquer coisa eu te ligo.
- Não desanima, hein? BORA! BORA!

Em seguida a menina me dá um beijo demorado na bochecha e um "tchau" bem sensual (baranga tentando ser sensual é uma coisa fofa...). "Meu Deus, será que essa mocréia tá me dando mole? Afff", pensei. Entro no carro e acelero de volta para casa.

A semana passa. Como estava sem ter o que fazer, sem mulher e com uma certa grana sobrando na carteira, resolvi encarar o desafio de levar uma evangélica feiosa com bafo de zumbi para uma boate gay. "Isso deve render uma boa história para o futuro", pensei com meus cansados botões.

Ligo para a Daniele e combino de ir na Boate Garagem em um sábado à noite. Ela fica super alegre e solta um grito pelo telefone que quase estoura meu tímpano direito. Na fatídica noite de sábado eu chego na casa de Dani por volta das 22h e ela rapidamente desce. A garota estava bem produzida e maquiada, mas continuava pavorosa. "Caralho, tem que ser macho para encarar isso. São Jorge, me dê sua luz!!!", pensei.

Dani entra no carro toda sorridente e falante.

- [Dani] UHUUU! Vou dançar até cair hoje!
- Tomara.
- E você? Gosta de dançar?
- Acho legal. Mas não morro de amores.
- Mas hoje você vai ter que dançar! UHUUUU!!!!
- Tá...

Toco meu Kadett para a Boate Garagem. Chegando lá, vemos drags e gays de todos os tipos se amontoando na fila. "Hahahah, é cada gay figura, né?", dizia Daniele. "É. Lá dentro é pior", respondi.

Entramos. Como chegamos cedo, a boate estava relativamente vazia. Sentamos em um sofá-cama que ficava no hall de entrada e tratamos de conversar amenidades. Lá pelas tantas eu chamo a garota para subir no mezanino. "De lá dá pra ver a boate toda de cima", falei. Ela topou na hora e subimos. Lá de cima a garota começou a conversar papos chatos sobre religião e amigos de igreja. Para completar a desgraça, o bafo de leão morto da garota saturava o ar ao meu redor. Como eu estava carente e sem opções melhores no momento, pensei em algo completamente insano para animar a noite: ficar com a garota. "Já que eu estou aqui, o lance é encarar a fera para ter alguma diversão. São Jorge, ROU!!!", pensei. Cheguei pertinho, dei umas cafungadas no cangote e CRÉU: beijei a baranga! Do beijo a coisa já partiu para uma mão boba assanhada e logo eu estava levando a menina para sentar no meu colo em um poltrona próxima.

- [Dani, nervosa] EI! Que troço é esse de chegar passando a mão em mim? A gente mal se conhece! Calma lá!
- Desculpa, me animei. Foi a empolgação.
- Bom, vamos dançar um pouco? Também quero beber um pouco. Estou morta de sede!

Descemos de mãos dadas. "Ainda bem que está escuro. Ninguém vai me ver com essa baranga", pensei com meus carcomidos botões. "Reinaldo, vou ali pegar uma capirinha. Me espera aqui, tá?", disse Dani. Acenei um "sim" com a cabeça e fiquei na pista de dança entre duas drags de 1,90m de altura. Depois de um tempo surge Dani segurando uma capirinha em um copo de plástico.

Pois bem: Daniele bebe apenas uns dois dedinhos de capirinha...e despiroca. A mulher vira outra pessoa! Era como se a Pomba Gira tivesse dominado o corpo da menina. Para início de conversa ela começa a dançar colada em mim e esfregando a bunda no meu pau.

- [Dani, tresloucada] UHHHH! VOCÊ TÁ DE PAU DURO! ESTOU SENTINDOOOOO!!! RRRRRUUUUUURRRRR [urro animalesco]!!!
- É isso aí!
- ESFREGA ESSE PAU DURO EM MIM! AHHHHHHHHHHHH!!! RRRRUUUUUUUUUUURRRR [urrando]!
- É BALA!

Daniele começa a se esfregar no meu pau duro e a lamber minha boca com a ponta da língua. A mulher estava possuída. "Nussa, vocês dois estão um AR-RA-SO!", gritava a drag ao meu lado. Como a coisa tava bem quente, chamo a evangélica com bafo de sucuri para correr para o meu carro. Lá a gente podia se "divertir" melhor. Ela topa sem pestanejar.

Saímos da boate em menos de 5 minutos. Dentro do carro, começo a beijar a mulher e passar a mão nela toda. Num ato de brutalidade, puxo o tomara-que-caia dela para baixo e chupo seu mamilo direito sem cerimônia. A mulher solta um berro altíssimo.

- [Eu, assustado] O que foi??
- [Sem graça e fazendo biquinho] É que...é...eu...eu gozei...
- Já?
- É...
- Mas eu não fiz nada!
- Fez sim...você...v-você lambeu meu peito. Buáááá!!!

Daniele começa a chorar que nem criança desmamada. Tento consolar a garota de um modo bem romântico.

- Mas e eu? Estou de pau duro aqui! Vai me deixar na mão?
- Não quero mais falar de putaria! Chega! Buáááááá!!! Isso é pecado. Eu não devia estar aqui, a culpa é SUA! Snif, snif...
- Ai minhas bolas...

De pau duro, ligo o carro e deixo Daniele em casa.

Continua (e fica pior)...