quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

MANUAL BIGOTRON - Como se chupar uma buceta (parte 2 de 2)

























Muitos homens não sabem chupar buceta. Isso é fato. Uns por falta de experiência, outros por nojo e outros por pura preguiça de aprender. Cansado de ouvir reclamações de várias amigas que dizem que seus namorados não sabem nem a diferença entre o clitóris e o buraquinho de fazer xixi, resolvi escrever esse manual para você, HOMEM, que gosta da fruta mas não sabe chupar o caroço. Esse manual foi embasado em minhas próprias experiências e por técnicas desenvolvidas ao redor do mundo após séculos de lambeção. Aprenda os 3 passos mágicos e transforme sua língua em um segundo pênis multi-uso!


COMEÇANDO DO COMEÇO

Como uma introdução a esse manual, comece lendo a parte 1 escrita pelo inexperiente Argh ou vá estudar uma buceta clicando aqui. Essa foto não é para você se masturbar, sua anta. Concentre-se no estudo, padawan! É bom avisar também que esse manual é indicado para usuários de nível intermediário, que tenham alguma experiência com o manuseio de bucetas. Se você nunca viu uma ao vivo ou começou sua vida sexual ontem, deixe para ler esse manual um outro dia (ou outro ano). Outro recado importante: esse manual irá pular explicações sobre gostos e odores que uma buceta pode ter. Isso é totalmente desnecessário por aqui. Homem de verdade encara uma buceta com qualquer sabor, cheiro e estilo de depilação. Se por um acaso você fez cara de nojo ao ler a última frase, largue esse manual e vá para outro site. Depois que você virar homem, volte aqui e prossiga com a leitura.

Mas vamos ao que interessa.


Primeiro passo: O roçar da naja (nível de dificuldade: 0 )



Essa técnica foi desenvolvida na Índia por monges hindus eunucos. A técnica consiste em você provocar a mulher com a ponta da língua, do pé até a nuca. Deixe a vítima nua (nua=pelada) e deslize a língua por todo seu corpo, mas não chegue perto da buceta. No máximo na virilha e ao redor do cu (muito cuidado com badalhocas e resquícios de Ovomaltine). Vá brincando com a língua e esquentando a vítima aos poucos. Quando a ponta da sua língua já estiver seca e dormente, passe para o segundo passo.


Segundo passo: O bote da jararaca (nível de dificuldade: 4)

Índio Apalai em transe


















Essa técnica foi desenvolvida por índios Waiana Apalai e descrita por um jesuíta em 1669. Essa técnica é famosa por criar um tensão sexual sem precedentes. Primeiro: caia de boca na buceta e comece lambendo ao redor da área, sugando todo o caldo que sai dela. Os índios chamam isso de "beber a seiva que jorra". Depois de secar e esterelizar a buceta da vítima com sua língua, parta para cima do clitóris (se ainda não aprendeu o que é isso, volte a ver essa foto aqui!). Comece lambendo devagar e depois acelere o ritmo. Imite a língua de uma cobra faminta que está prestes a dar o bote em sua presa. A língua está nervosa e incontrolável. Mas atenção: não invente de morder o clitóris! Essa área é muito sensível! No máximo mordisque a hemorróida da vítima para causar aquele frisson (no caso do cu da donzela ser muito utilizado e apresentar aquele visual de couve-flor). Também não transforme sua língua em uma britadeira, com movimentos duros e repetitivos. Seja bruto e suave ao mesmo tempo. Se você sentir que a vítima irá gozar, pare tudo e volte a lamber ao redor da buceta novamente. Se ela reclamar, dê um tapa na cara da chatonilda e beije ela com sua boca lambuzada. Em seguida, continue com a chupação.


Terceiro passo: A fúria do dragão de komodo (nível de dificuldade: 8)



Essa técnica foi desenvolvida por uma tribo de índias bissexuais da Ilha de Java. Técnica agressiva e que exige muita destreza do chupador. Depois de deixar a vítima em um estado de pré-orgasmo com a técnica anterior, inicie essa técnica sem cerimônia. Enfie a língua na buceta com voracidade e tente cutucar o colo do útero e o ponto G. Lambidas no cu também são válidas. Depois, esfregue sua cara naquela melequeira toda e tente enfiar sua cabeça na buceta para mostrar toda sua admiração com o órgão sexual da vítima. "Daqui eu saí e para aí eu vou voltar!", é o que você irá gritar durante o ato. A vítima ficará tão impressionada com sua selvageria que terá orgamos múltiplos seguidos de ataques epiléticos. Mesmo que ela peça para parar de chupá-la, continue. Quando ela desmaiar, pare tudo e comece novamente pelo primeiro passo. Se ela continuar desmaiada, continue o processo mesmo assim. Você ficará na memória da vítima pela eternidade!


*BÔNUS: O beijo da cobra coral (nível de dificuldade: 10000)



Quem disse que mulher menstruada não pode ser chupada? Essa técnica, "o beijo da cobra coral", é uma técnica para usuários advanced, que não têm medo de desafio. Com ela você não vai mais ter medo de chupar uma buceta ao molho pardo e com fio de Tampax pendurado. Para começar, se aproxime da buceta da vítima com extrema cautela. Encoste sua boca no clitóris e IGNORE todo o resto. Concentração é fundamental nessa parte! Pense que sua boca é pequena como a de uma cobra coral. Dê lambidas curtas e frenéticas. Preste atenção para que sua língua não se distancie mais do que 5 mm do clitóris da vítima. Se a sua língua escorregar muito para baixo, você vai lamber sangue e pegar uns coágulos de tabela. Caso isso aconteça, engula o sangue (ou coágulos) sem fazer careta e continue com a chupada. Se a vítima dizer que acha "nojento" ser chupada menstruada, enfie o dedo no cu da reclamona e continue chupando. Se ela continuar choramingando, esfregue a cara no sangue e beije a infeliz. Na sequência, volte a chupá-la que ela irá gozar em poucos segundos.

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Não perca tempo e ponha esse manual em prática! Se transforme em um exímio chupador e repita com orgulho a frase do seu tio cinquentão: Tendo língua e dedo, mulher não me põe medo!